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Ana Luiza Vinhote - Especial para o Correio BrazilienseMMARINA BARBOSA GABRIELA BERNARDES*
postado em 04/04/2021 21:25

A febre do cashback

Os consumidores brasileiros estão sendo bombardeados por uma nova estratégia lançada por empresas de diversos setores: o cashback, ou dinheiro de volta. Na XP, o cartão de crédito apresentado ao mercado no início de março devolve 1% de tudo o que é gasto, e o valor pode ser convertido em investimentos dentro da plataforma da corretora. Na empresa de recompensas Livelo, os pontos acumulados são trocados agora por dinheiro vivo. Plataformas especializadas em cashback, como Méliuz e Ame Digital, tornaram-se populares no país, seduzindo milhões de clientes. O conceito não é novo, mas, só recentemente, o interesse pelo assunto explodiu no Brasil. O cashback explora um mecanismo que costuma ser infalível nas vendas: a recompensa. Estudos mostram que os níveis de satisfação aumentam muito quando o cliente compra um determinado produto e tem parte do valor — mesmo que pequena — devolvida. A onda do cashback veio para ficar.

Airbnb cria canal para denunciar festas irregulares

O Airbnb criou uma nova ferramenta: o Canal de Apoio ao Vizinho, que tem o objetivo de facilitar a comunicação para quem precisa relatar eventuais problemas durante reservas nas proximidades, como festas irregulares, assaltos e furtos, entre outros. A plataforma funciona 24 horas ininterruptas, sete dias por semana e é acessada pelo site airbnb.com.br/vizinho. Segundo o Airbnb, o Brasil é o primeiro país da América Latina a receber a ferramenta, em funcionamento no Reino Unido, Estados Unidos e Canadá.

Plataforma americana arrecada R$ 147 milhões para brasileiros

A americana Charidy, especializada em crowdfunding, tem sido importante na captação de recursos para o combate ao coronavírus no Brasil. A plataforma abriu mão das taxas de intermediação em campanhas sem fins lucrativos para ajudar brasileiros em situação de risco. Durante a pandemia, a Charidy arrecadou R$ 147 milhões em 49,8 mil doações. Entre as empresas que realizaram campanhas para captar recursos estão XP, Vale Refeição e Opy Health.

Impressoras 3D revolucionam construções de casas

A impressão 3D está chegando a níveis impressionantes. A novidade agora é um bairro inteiro que será erguido com a tecnologia. Ele fica na cidade de Coachella, na Califórnia, uma região desértica conhecida graças a um tradicional festival de música. Os construtores da Mighty Buildings prometem erguer as casas de 106 metros quadrados em 24 horas. Cerca de 80% da construção são automatizados, sem a necessidade de envolver muitos funcionários. As residências custam de US$ 600 mil a US$ 1 milhão.

» A Nomen International, agência líder no segmento de criação de marcas na Europa, está desembarcando no Brasil. Criadora das marcas Clio, para a Renault, e Brava, para a Fiat, a agência tem escritórios em Paris, Milão, Dusseldorf e Tóquio. “Acreditamos no potencial do mercado brasileiro”, diz a diretora de novos negócios Nizia Montecinos.


» O Banco Original registrou um aumento explosivo do uso de alguns tipos de serviços oferecidos por seus seguros durante pandemia. A substituição do notebook, reparos simples na casa e descarte sustentável — todos contemplados no seguro residencial — subiram 235%, 273% e 481%, respectivamente.


» Beneficiada por uma liminar de 2017 que lhe permite não pagar PIS e Cofins sobre a importação de combustíveis, a distribuidora de petróleo Atem’s acabou de sofrer uma autuação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários. A agência apontou que a empresa construiu um armazém privado sem autorização no Porto de Santarém (Pará).


» A empresa de logística Yellow Log, que faz parte do Grupo ATML, acaba de chegar à região Centro-Oeste. Focada nas entregas de e-commerce, a operação recebeu R$ 5,7 milhões em investimentos e gerou 160 empregos em Brasília e Goiânia. A estimativa da companhia é chegar a todas as capitais brasileiras até o final de 2021.

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