Basquete

NBB projeta "bolhas" para evitar doença

Maíra Nunes
postado em 17/09/2020 00:59

Após a última edição do Novo Basquete Brasil (NBB) ter sido cancelada sem campeão por causa da pandemia, os clubes voltaram a debater sobre o modelo de disputa para temporada 2020/2021, prevista para começar em 14 de novembro. A decisão é pela manutenção do sistema para a 13ª edição do maior campeonato do basquete brasileiro, com a diferença de que o primeiro turno será realizado em etapas sediadas. Nesta edição, o DF será representado por Universo e Cerrado.

O modelo implica em colocar um grupo de times se enfrentando entre si em uma mesma cidade, com o objetivo de diminuir os deslocamentos das equipes na primeira fase e ter mais controle em relação aos protocolos sanitários para evitar a covid-19. O formato do segundo turno segue aberto e dependerá do cenário da pandemia no país. Caso o sistema volte ao convencional, com jogos nos ginásios de cada clube, o mandante será decidido no sorteio.

Também fica mantida a classificação para os play-offs. Dos 16 times, 12 avançarão às oitavas. Segundo a Liga Nacional de Basquete (LNB), o cenário da pandemia no Brasil é analisado periodicamente por uma equipe multidisciplinar formada por médicos, preparadores físicos, técnicos e atletas dos clubes do NBB.

No mercado, o pivô brasiliense Ronald Rudson, de 2,11m, despediu-se do Brasília Basquete. Após defender por quase uma década o clube que o revelou, o jogador de 28 anos atuará no Minas. “Depois de nove temporadas jogando por Brasília, venho aqui me despedir dessa cidade maravilhosa, onde conquistei títulos e evolui como jogador e como pessoa. Obrigado à Torcida Uni Brasília pelo apoio sempre! Vocês são demais!”, publicou nas redes sociais. Com passagem pela Seleção, Ronald tem médias superiores a 11,5 pontos e 7 rebotes por partida, com 12.6 de eficiência.

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