A fase de grupos do handebol nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020 está chegando ao fim. Nesta quinta-feira (29/7), às 21h (de Brasília), Brasil e Argentina fazem duelo dos desesperados no Ginásio Nacional Yoyogi, no Japão. Restando dois confrontos para o fim da primeira fase, os Guerreiros do Brasil precisam vencer para conseguir avançar às quartas de final. Do outro lado, os argentinos estão em situação similar.
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Os times sul-americanos amargam a lanterna do Grupo A, com três derrotas, cada. Como as duas equipes ainda não somaram pontos, os brasileiros levam pequena vantagem pelo saldo de gols: -15, malhor do que o saldo de -18 dos hermanos.
Situação difícil
Para conseguir avançar às quartas de final, o Brasil precisa se desdobrar e se apegar à fé. A primeira tarefa será vencer as duas próximas partas: contra Argentina, nesta quinta-feira, e depois contra a Alemanha, no domingo (1/8). Além de fazer o dever de casa, a Seleção Brasileira terá de torcer para que os alemães percam ou, pelo menos, empatem o duelo desta rodada, contra a Noruega.
Para isso, os comandados por Marcus Tatá, precisarão manter a constância durante toda a partida, o que não ocorreu nas derrotas para Noruega, França e Espanha. Nos confrontos contra os europeus, os brasileiros começaram bem, mas cederam à pressão, terminando com o resultado negativo.
Os quatro primeiros colocados de cada grupo avançam para a fase mata-mata. Se a competição terminasse neste momento, a Alemanha seria a última nação a classificar-se pelo grupo do Brasil, que tem A bicampeã olímpica França, na liderança, seguida por Espanha e Noruega.
Confira quadro de medalhas
*Estagiária sob supervisão de Maíra Nunes
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