GIGANTES DE BRASÍLIA

Conheça as armas que podem alavancar o Brasília Basquete ao topo do NBB

Levantamento do Correio mostra que o tamanho médio dos tênis calçados pelos gigantes do elenco brasiliense é 46

Marcos Paulo Lima
postado em 29/10/2021 17:47
 (crédito: Matheus Maranhao/@mmaranhaofoto)
(crédito: Matheus Maranhao/@mmaranhaofoto)

Gigantes pela própria natureza, os jogadores do Brasília Basquete esperam estrear com o pé direito nesta sexta-feira (29/10), às 20h, contra o São Paulo, na nova temporada do Novo Basquete Brasil. Uma das curiosidades dos fãs do time do Distrito Federal é desvendar o tamanho do calçado dos grandalhões que pisarão no Ginásio do Morumbi.

A reportagem levantou que a média do par de tênis do elenco é 46, mas quatro jogadores estão acima disso. Os pivôs Ronald Rudson e João Pedro, o ala Zach Graham e o ala-pivô Gemerson Barbosa calçam 48. Os armadores Ricardo Fisher e Pedrinho Rava são mais próximos da realidade nacional. Usam 43.

No fim das contas, a média 46 do elenco do Brasília Basquete é nada absurda se comparada ao tamanhos dos maiors pés da NBA, a liga norte-americana de basquete. O pivô senegalês do Cleveland Cavaliers, Tacko Fall, de 2,26m, calça o equivalente a 55 no Brasil. O astro aposentado Shaquille O'Neal demandava tênis 56. Muito? A inglesa Reebok resolveu o drama dele lançando a linha customizada de tênis Shaq Atach na metade dos anos 1990 e consolidou a grife. The King LeBron James necessita de pares 47; e o Pelé da basquete, Michael Jordan, 45.

Ronald Rudson espera usar o par de tênis 48 para brigar por cada centímetro de quadra no garrafão na estreia do Brasília Basquete contra o São Paulo. "A expectativa é a melhor possível. A gente sabe do potencial do nosso grupo. É forte, novo. Sabemos que jogar na casa do adversários é sempre mais difícil, mas o São Paulo está com duas derrotas. Eles estão desgastados por causa do Paulista, emendaram no NBB e o time deles está cansado", avaliou o pivô de 2,13m em entrevista ao Correio. Rudson tem uma preocupação para a partida. "Fizemos um amistoso só, precisávamos jogar mais, mas não deu tempo. Temos que fazer o time deles correr porque estão cansados", pondera.

O técnico Ricardo Oliveira também lamenta a falta de competição do Brasília Basquete. "Sobre o São Paulo, eles estão com ritmo de jogo, recentemente foram campeões paulista. Nós ainda estamos sem esse ritmo de campeonato, mas focamos nosso trabalho para chegarmos fortes e brigar pela vitória lá dentro do Morumbi", avisa.

O outro representante do DF no NBB venceu o São Paulo na terça-feira. O Cerrado Basquete bateu os atuais vice-campeões por 78 x 76 na prorrogação.

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