Hall da Fama ganha novos ídolos

Correio Braziliense
postado em 08/12/2021 00:01

A noite de comemoração do esporte brasileiro em Aracaju também colocou novos nomes no hall da fama nacional. Quatro ídolos de diferentes modalidades receberam a honraria: Magic Paula, campeã mundial de basquete com a Seleção Brasileira, em 1994, e medalhista de prata nos Jogos Olímpicos Atlanta 1996; Adhemar Ferreira da Silva, histórico bicampeão olímpico no salto triplo; Sebastián Cuattrin, canoísta nascido na Argentina naturalizado brasileiro e dono de 11 medalhas em Jogos Pan-americanos; e Tetsuo Okamoto, primeiro medalhista olímpico da natação nacional.

Símbolo de uma das gerações mais vitoriosas do basquete nacional, Magic Paula marcou as mãos no hall da fama do esporte olímpico brasileiro. A ex-atleta fez questão de ressaltar que a honraria é uma conquista não apenas sua, mas de toda a modalidade. "Esse prêmio não é só meu, mas de todo basquete feminino. De todos que contribuíram para esse momento e, principalmente, meus maiores incentivadores, meus pais", ressaltou a ex-atleta. "Para mim, é uma grande satisfação de ser parte do hall da fama. Me sinto orgulhoso de ter contribuído um pouco nesse processo. O caminho é longo, mas o final compensa bastante", acrescentou Sebastián Cuattrin.

Em nome de Adhemar Ferreira da Silva, Adyel Silva recebeu a honraria. O primeiro bicampeão olímpico brasileiro faleceu em 2001. Em homenagem a ele, o COB tem ainda, o Troféu Adhemar Ferreira da Silva, representando os valores positivos do esporte. Em 2021, a contemplada foi a ex-jogadora de basquete Janeth dos Santos Arcain. Ao lado de Magic Paula e Hortência, ela foi uma das principais estrelas da geração de maior destaque do basquete feminino brasileiro, que conquistou uma prata em Atlanta-1996 e um bronze em Sydnei-2000.

"Fiquei muito emocionada quando recebi a notícia do presidente Paulo Wanderley. Acho que todos os valores do Adhemar me representam e acrescentaria ainda a disciplina. Receber o Troféu das mãos da filha do Adhemar, para mim, é como se ele mesmo tivesse entregando. É uma representação de todo o trabalho que a gente fez para o esporte brasileiro, passando de mãos em mãos. É mais um motivo de alegria, de orgulho e de representatividade", disse Janeth. (DQ)

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