Assuntos relacionados à história do Brasil estão entre os mais recorrentes na prova de história do Enem. "Temas como formação social e étnica, escravidão (abolição e desdobramentos), noções de república oligárquica (revoltas e Era Vargas) sempre caem", reforça o professor de história do colégio Sigma Tiago Diana. Ele ressalta que noções de idades média e moderna e de Segunda Guerra Mundial também são frequentes.
Tiago explica que as provas do Enem têm amplitude social e econômica e trazem situações reais e conhecimentos históricos aplicados. Por isso, o professor acredita que, na hora de responder as perguntas, os estudantes devem estar atentos aos contextos e às informações trazidas pela questão. "Cada questão é independente em sua análise. Com objetividade e tranquilidade, é possível chegar à alternativa correta. Acima de 35 acertos para humanas é uma excelente nota", pontua.
Além disso, o professor indica aos alunos que aproveitem bem o tempo. "Se não sabe, melhor seguir para a próxima questão e retornar depois", explica. A leitura de qualidade em todos os enunciados também faz toda a diferença.
Na hora de estudar o conteúdo da disciplina, Tiago dá algumas dicas, como se habituar ao estilo e às temáticas das questões e definir uma estratégia para os dias de prova. "Para o estudo de véspera, focar nas características gerais econômicas, políticas e sociais dos períodos macro da história."
Mesmo tendo história como a disciplina preferida, a estudante Gabriela Raimond, 18 anos, tem consciência da necessidade da preparação para a prova. Ela conta que sua estratégia de estudo é resolver questões de provas anteriores e fazer simulados.
Além disso, Gabriela costuma fazer pequenos resumos para folhear durante o dia. "Temos que estudar a teoria também, saber fazer conexão de como a história do Brasil está relacionada com o Brasil que se tornou hoje", ensina.
