VESTIBULAR

Stoodi libera, de graça, análises das obras cobradas pelo vestibular

Os episódios, apresentados pelo professor Antônio Pires, vão ao ar todas terças e quintas-feiras

EuEstudante
postado em 08/09/2020 18:48
Stoodi oferece, de graça, série de vídeos de análises das obras literárias do vestibular da Fuvest 2021 -  (foto: Divulgação Stoodi)
Stoodi oferece, de graça, série de vídeos de análises das obras literárias do vestibular da Fuvest 2021 - (foto: Divulgação Stoodi)

O Stoodi , plataforma de cursos on-line para vestibulandos, apresenta um quadro em seu canal do YouTube onde estão sendo analisadas todas as obras literárias obrigatórias para estudantes que irão prestar o vestibular da Fuvest. Os episódios vão ao ar todas terças e quintas-feiras e são apresentados pelo professor Antônio Pires, que ministra aulas de artes e literatura. As análises podem ser assistidas por qualquer estudante e o intuito é auxiliar aqueles que pretendem estudar na Universidade de São Paulo.


As inscrições para o vestibular da Universidade de São Paulo (USP) abriram em 31 de agosto e os candidatos devem ler nove obras literárias: Poemas escolhidos- Gregório de Matos, Quincas Borba- Machado de Assis, Claro Enigma- Carlos Drummond de Andrade, Angústia- Graciliano Ramos, A Relíquia- Eça de Queirós, Mayombe-Pepetela, Campo Geral- Guimarães Rosa, Romanceiro da Inconfidência: Cecília Meireles e Nove Noites- Bernardo Carvalho. Com a intenção de auxiliar os jovens, o Stoodi está disponibilizando também em seu canal no YouTube uma série de vídeos com análises completas das obras obrigatória do vestibular da Fuvest.

Os vídeos buscam levar os alunos ao contexto das obras, um panorama da abordagem das narrativas, uma análise de como o vestibular pode cobrar esse conteúdo e apresenta um formato multimídia para auxiliar a aprendizagem.

Além de fornecer o conteúdo literário gratuitamente, a plataforma liberou temporariamente o acesso a todas as vídeo aulas e correção de exercícios também de forma gratuita. O objetivo é que os brasileiros que tiveram os estudos interrompidos pela pandemia do novo coronavírus não sejam tão prejudicados.

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