Por Ian Vieira
Juliana Santiago, 41 anos, foi morta a facadas por aluno na noite de 6 de fevereiro. O crime aconteceu dentro do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em Porto Velho (RO). A professora de direito penal e escrivã da Polícia Civil não resistiu aos ferimentos e foi a óbito no hospital. Entidades de ensino publicaram notas oficiais se solidarizando pelo ocorrido.
A Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) divulgou nota de pesar pelo assassinato da professora Juliana. “Trata-se de um episódio grave e isolado, que não representa a rotina das instituições de ensino, espaços dedicados à formação, ao diálogo e à construção do conhecimento”. A União Nacional dos estudantes (UNE) também se pronunciou por meio das redes sociais. “Nenhuma forma de violência pode continuar acontecendo. Seguimos em luta pela vida e direitos das mulheres”.
O Fimca se pronunciou em nota oficial sobre o caso. “A direção do Grupo Aparício Carvalho manifesta o mais profundo pesar pelo falecimento da professora Dra. Juliana Mattos Lima Santiago, vítima de um crime brutal. Uma perda irreparável que fere seus familiares, amigos e toda a comunidade acadêmica. Nos solidarizamos com todos os que sofrem esta dor imensurável e reafirmamos que a educação jamais será vencida pela violência”.
*Estagiário sob a supervisão de Ana Sá
