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postado em 20/03/2014 00:00
Mandato de ministros do STF divide CCJ
O Senado decidiu adiar, por tempo indeterminado, a votação do projeto que institui mandato de oito anos para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ontem, o texto gerou discórdia entre os senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Enquanto o relator da proposta, Romero Jucá (PMDB-RR), se posicionou contrário à matéria, o governo ; por meio da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que, depois de deixar a Casa Civil, tem se comportado como ;soldado; da presidente Dilma Rousseff na Casa ; demonstrou apoiar a mudança. Hoje, os ministros permanecem no cargo até completarem 70 anos, idade da aposentadoria compulsória.

Lista com até 8 mil fichas-sujas
O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, informou ontem que, até junho, enviará ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a lista com os nomes dos gestores considerados fichas-sujas no país. ;São entre 7 mil e 8 mil pessoas condenadas pelo tribunal. Com essa condenação, os gestores perdem o direito de concorrer por oito anos. É um trabalho impactante;, disse o ministro. A Justiça Eleitoral deverá tornar as pessoas indicadas na lista inelegíveis para as eleições deste ano.

A surpresa da deputada comunista
A foto acima foi publicada pela deputada Manuela d;Ávila (PCdoB-RS) em uma rede social. Segundo a parlamentar, o inseto estava em um copo de plástico na Comissão de Direitos Humanos da Câmara. ;Eu e a Erundina chegamos à conclusão de que ainda não vimos de tudo por aqui;, disse, referindo-se à colega Luiza
Erundina (PSB-SP).

Kassab confirma pré-candidatura

O ex-prefeito de São Paulo e presidente do PSD, Gilberto Kassab, anunciou ontem, oficialmente, a pré-candidatura ao governo paulista. ;Alguns podem duvidar, mas, a partir de junho, serei candidato ao governo de São Paulo;, disse Kassab, em discurso para cerca de 250 prefeitos no 58; Congresso Estadual de Municípios, realizado em Campos do Jordão. No pronunciamento, o pessedista criticou a gestão do atual governador, Geraldo Alckmin (PSDB), especialmente no campo da segurança pública. ;Não é possível a nossa Polícia Militar conseguir solucionar apenas 2% dos crimes;, disse.

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