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postado em 20/03/2014 00:00



Transporte público

A propósito do Plano de Conservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub) e da manchete da primeira página do Correio Braziliense de 19/3, um dia crucial para o bem do futuro da capital da República será aquele em que o GDF tiver o bom senso de respeitar a decisão da Unesco que transformou a cidade em Patrimônio Cultural da Humanidade. Não será de bom senso transformar o subsolo da Esplanada dos Ministérios em imenso estacionamento de carros. É pretender solucionar o problema de uma minoria que trabalha na Esplanada, agravando outro ainda maior: o do já caótico trânsito da cidade, que atinge toda a população brasiliense. A solução será o aparelhamento do sistema de transporte coletivo, convidando os brasilienses a deixarem os carros na garagem para serem utilizados no fim de semana para o lazer fora da cidade.
; Elizio Nilo Caliman,
Lago Norte


; A solução para a mobilidade urbana no DF não é fazer megaestacionamento subterrâneo, mas melhorar o transporte público. Fazer buraco, sim, para passar metrô. Ninguém aguenta mais governante incompetente. As pessoas, desesperadas, partem para o vandalismo no Entorno, cuja população padece no caos do trânsito para ir e voltar ao trabalho, enquanto assiste a uma linha de trem ociosa, que há muito tempo podia estar funcionando para fins urbanos. A cidade está absolutamente inchada e não comporta ampliações. Todos os serviços públicos, infraestrutura, segurança pública, enfim, tudo que depende do governo é uma porcaria. O que fazer? Primeiro, parar de votar em ladrão. Se não confiar em nenhum, vote nulo, jamais em branco. Em segundo lugar, cobrar intervenção do Judiciário na correção de rumos da administração pública. Como? Com ação popular e ação civil pública.
; Carlos Frederico,
Asa Norte

Impunidade


A cada dia fico mais descrente da Justiça deste país. No Rio de Janeiro, uma adolescente italiana, moradora de Arraial do Cabo, foi sequestrada na porta de sua residência. Por sorte, e graças à atuação da polícia, a jovem foi resgatada com vida, tendo sido mortos dois bandidos. Não obstante o desfecho feliz, é oportuno salientar que os meliantes detinham fichas criminais com várias passagens pela polícia. E, estranhamente, essa cambada de assaltantes ainda estava livre e praticando diversos tipos de crimes, inclusive sequestros. De quem é a responsabilidade?
; Montesquieu T. Alves,
Lago Norte

Carro novo


Quem compra carro zero quilômetro tem um único momento de felicidade: a hora da compra. Depois é só dissabor. Ao sair da concessionária, o novo bem já desvaloriza 30%, enquanto os juros crescem exponencialmente. O GDF cobra um IPVA adicional do veículo sobrevalorizado. E o pós-venda, na maioria das marcas, é péssimo, pois caímos nas mãos de um cartel de concessionárias (às vezes, monopólio, pois uma marca tem concessionárias com apenas um dono). Somos obrigados a fazer as revisões nas concessionárias com preços muito mais elevados do que no mercado livre. Se houver colisão com o veículo, temos que ficar de 30 a 50 dias a pé, pois as concessionárias não têm as peças e as montadoras, especialmente as asiáticas, não têm respeito pelo consumidor. Infelizmente, o Ministério da Justiça, o Ministério Público, o Prodecon, o Procon e o Judiciário parecem se omitir e proteger essas poderosas.
; Maria de Fatima S. Castro,
Asa Norte

Educação


Enquanto babás ganham R$ 14 mil por mês, nossos professores, sem a mínima condição de trabalho, ganham problemas, pancadas e até quase linchamentos de crianças que hoje são mais fortes do que touros. E os pais desses brucutus metidos a gente ainda os defendem. Afinal de contas, a educação neste país de corruptos só existe em alguns colégios particulares e nos dicionários? O que esperar do futuro? O Estado faliu ou já era.
; Mustafa Baruki,
São Paulo (SP)



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