Grita geral

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postado em 20/03/2014 00:00


NOVACAP/SLU
BURACOS E LIXO NA PISTA

Antônio Pova traz dois problemas que incomodam Taguatinga. Segundo ele, no Setor de Oficinas H Norte, os buracos tomam conta da pista e tornam a tarefa de percorrer as vias do local algo impossível. Antônio diz que é rotina ver vários carros com pneus furados, principalmente quando chove, dificultando a visualização da profundidade do buraco pelo motorista. Como se isso não bastasse, a chuva se alia à falta de coleta de lixo. O entulho acaba carregado pela enxurrada e fica espalhado no meio da pista. Por causa da falta de coleta, e, para evitar os transtornos, os donos de oficinas precisam recolher o lixo durante a noite.

; A Novacap informou, por meio de nota, que disponibilizou 10 equipes de operações
tapa-buraco para recuperar, provisoriamente, as vias da cidade e, nos próximos dias, o setor deverá ser contemplado. Vale ressaltar, ainda, que a terceira etapa do programa Asfalto Novo, no valor de R$ 300 milhões, está em licitação e, assim que for concluída, contemplará as quadras e conjuntos do Setor H Norte, onde o asfalto será definitivamente recuperado. Já o SLU informou, por meio da assessoria de imprensa, que a coleta é feita no período noturno e diurno. A companhia recomenda que as pessoas só acondicionem os resíduos à noite, pois, se isso for feito pela manhã, o lixo fica exposto o dia todo, até o caminhão passar novamente. De acordo com o SLU, no Setor de Oficinas H Norte a coleta houve um problema pontual na noite de 17 de março.



SECRETARIA DE SAÚDE
SEM MATERIAL, SEM CIRURGIA

A professora Maria da Conceição Freitas da Silva tem sérios problemas renais. Devido a um tratamento de radioterapia, o rim esquerdo parou de funcionar. O rim do lado direito também sofre com esse problema, e é mantido em funcionamento graças à implantação de um cateter duplo J. O equipamento é utilizado frequentemente para proceder a livre drenagem da urina do rim até a bexiga. Em 19 de fevereiro, ela deu entrada no Hospital Regional de Taguatinga para fazer a troca do dispositivo, procedimento realizado a cada seis meses. Maria da Conceição passou mais de sete horas na sala pré-operatória, até ser informado por um médico que o cateter não estava disponível na unidade de saúde. Desde então, a professora espera um contato do HRT para que o procedimento seja feito. Segundo ela, essa espera aumenta o risco de uma infecção e pode fazê-la perder o rim que ainda funciona. Ela também relata que registrou uma reclamação na ouvidoria da Secretaria de Saúde, mas que não houve retorno.

; A Secretaria de Saúde informou que a paciente retornaria ontem ao Hospital Regional de Taguatinga para a realização do procedimento com o cateter duplo J.

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