Curtas

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postado em 07/05/2014 00:00

; COLÔMBIA

DENÚNCIA AGITA DISPUTA PRESIDENCIAL


Pouco menos de três semanas antes de os colombianos irem às urnas, a demissão de um dirigente da campanha de Juan Manuel Santos (foto) causou embaraços ao presidente, que tenta a reeleição. O venezuelano Juan José Rendón foi acusado de ter recebido US$ 12 milhões, em 2011, para interceder pela rendição de narcotraficantes à Justiça colombiana. Segundo a rádio RCN, o principal rival de Santos, Óscar Iván Zuluaga, candidato do Centro Democrático, pediu explicações sobre o escândalo envolvendo o governo e os cartéis. ;Por que ocultaram do povo e das autoridades abordagens tão detalhadas?;, questionou o adversário. Pelo Twitter, o senador Álvaro Uribe, antecessor de Santos e defensor de Zuluaga, perguntou sobre o paradeiro do dinheiro recebido por Rendón. O assessor demitiu-se há dois dias, em decorrência de uma reportagem publicada no sábado pela revista Semana. Nela, o líder da quadrilha Los Rastrojos, Javier Antonio Calle Serna, afirma ter dado o montante milionário a Rendón, para que promovesse condições favoráveis para a rendição.


; ACIDENTE NO CIRCO

ACROBATAS BRASILEIRAS SE RECUPERAM

Em comunicado publicado ontem em sua página na internet, o circo Ringling Bros and Barnum & Bailey comemorou a melhora do estado de saúde das artistas acidentadas durante uma apresentação no último domingo, em Providencia, no estado americano de Rhode Island. Segundo o texto, o estado de saúde de quatro acrobatas ; entre elas, as três brasileiras ; é considerado ;sério;, não mais critico. As outras estão em boas condições. A nota destaca que as causas do acidente estão sendo investigadas pela companhia e pelas autoridades americanas. ;Já foi determinado que um gancho da estrutura se rompeu, mas ainda não sabemos por que;, informa o comunicado. As acrobatas se acidentaram quando tentavam executar um ;lustre humano;, número no qual ficam suspensas pelo cabelo.


; HUNGRIA

EX-SKINHEAD É VICE-PRESIDENTE DO PARLAMENTO

O deputado húngaro Tamas Sneider, do partido de extrema-direita Jobbik, foi eleito ontem vice-presidente do parlamento. Na década de 1990, ele integrou um grupo skinhead no país. ;Como todos nós sabemos o meu passado, eu prefiro falar (sobre) o futuro;, declarou após a votação. Além do apoio dos membros de seu grupo parlamentar, que conta com 23 deputados, Sneider contou com o apoio de grande parte dos conservadores do Fidesz (133), do primeiro-ministro Viktor Orban. Os 39 oposicionistas de esquerda votaram contra, enquanto os cinco ambientalistas se abstiveram. O parlamento húngaro é presidido por Laszlo Kover, que ocupa o cargo desde 2010. Fidesz é acusado por seus detratores de manter relações com Jobbik, abertamente racista e anticiganos.

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