Streaming dá novo fôlego ao mercado musical

Streaming dá novo fôlego ao mercado musical

postado em 27/05/2014 00:00
Nos últimos anos, a indústria musical vem passando por alguns perrengues. A popularização crescente da internet torna mais simples o compartilhamento de arquivos e, assim, facilita, também, a pirataria. Por isso, acostumou-se a achar que conteúdo cultural deve ser gratuito e a não pagar pelo que se consome.

Mas a indústria parece ter encontrado uma maneira de recuperar o fôlego. Proibir a circulação de música pela internet soa impossível, então, o mais fácil seria ganhar dinheiro com uma plataforma já existente: o streaming. Por meio de programas e aplicativos, as canções são reproduzidas pela internet ao preço de uma assinatura mensal.

O streaming se mostrou uma excelente opção para os usuários, que podem ter acesso a uma vasta biblioteca de qualquer lugar, desde que haja conexão com a rede. Os internautas argumentam que, justamente por isso, preferem pagar por esse tipo de serviço a comprar discos ou músicas específicas. Mas alguns artistas apresentam ressalvas. Apesar de considerar a plataforma um avanço, há quem acuse essas páginas de pouco transparentes e de não pagarem devidamente o que os artistas merecem.

O mais conhecido desses serviços está chegando por aqui: o Spotify. Com 40 milhões de usuários ativos, sendo um quarto de pagantes, o programa já está disponível em 56 países. Nos últimos dois meses, algumas pessoas ganharam acesso ao site, mas apenas com convites, no melhor estilo dos primórdios do Orkut. Uma coletiva de imprensa marcada para amanhã, na qual deve ser oficializado o anúncio de desembarque em terras tupiniquins. E qual o futuro da indústria da música? Descubra nas páginas 3 e 4.

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