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postado em 16/06/2014 00:00




Democracia
É claro que o instrumento mais poderoso numa democracia é o voto. Se o eleito não representar como deveria o eleitor, não deverá ser reeleito. Daí vem pergunta óbvia: em quem votar? A resposta mais simples seria: numa pessoa com passado ilibado. Porém, daí advém outra pergunta: o que é feito daquele político que foi reprovado pelo eleitor? Numa pesquisa bem rápida, descobriríamos que foram recrutados por algum gabinete de partido político, de parlamentar ou do Poder Executivo. A experiência e o trabalho deles, que para nós não serviram, servem de votos para outros políticos. Como mudar, então, esta ideia de que política é profissão, não um dever imposto pela sociedade democrática?
Manoel Soares, Planaltina


Copa
A Holanda não tem os famosos e badalados craques enganadores e milionariamente bem pagos, mas jogam o verdadeiro e lindo futebol que o Brasil sempre praticou e que, desta vez, está devendo com Felipão, CBF e tudo mais que se possa imaginar. Resta-nos esperar que o técnico brasileiro tenha assistido ao grande jogo Holanda 5 x 1 Espanha, aprendido um pouco mais e dito a nossos jogadores para falarem menos e jogarem mais.
Benone Augusto de Paiva, São Paulo (SP)


Genoino
O Correio Braziliense publicou que o procurador-geral da República defende que o mensaleiro José Genoino volte a cumprir pena em casa. Parece-me, à primeira vista, que a ilustre autoridade continua batendo na mesma tecla, ou seja, quer o condenado usufruindo o merecido castigo fora da Papuda. No entanto, esse assunto já está superado no âmbito do STF, justamente porque médicos especializados afirmaram que o referido mensaleiro está em boas condições para ali permanecer. Não obstante, a defesa do mensaleiro anda promovendo atitudes grosseiras contra o presidente da ilustre Corte, na ânsia de querer que o condenado assista à Copa fora da cela. Por fim, discordo totalmente do posicionamento da OAB em relação à repercussão da questão.
Yêda Rios, Lago Norte


No Supremo Tribunal Federal (STF), pessoa da minha família e outras esperaram por quase dois anos para obter decisão de uma simples liminar, a fim de readquirir direitos que lhes foram negados. Quando se trata de algum colega, as instituições logo se manifestam favoravelmente, como foi o caso recente do advogado do deputado José Genoino, interrompendo uma sessão para pedir ao ministro celeridade no pedido do cliente. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lembrou que, no exercício da profissão, o advogado é inviolável. Entretanto, o defensor violou normas da Casa. Ele não estava inscrito para falar. Extrapolou em desrespeito a mais alta autoridade da Corte. O presidente Joaquim Barbosa fez valer sua autoridade. Pediu que o inconveniente fosse retirado do recinto.
Josuelina Carneiro, Asa Sul


Joaquim Barbosa
Perdoem-me, mas sou uma criança de 74 anos que quer desfrutar deste paraíso comunitário que Deus classificou de Brasil. Porém, ao longo dos séculos, o ser humano passou a ser direcionado pela mídia e por interesses comerciais. A individualidade dos heróis efêmeros imperou. Tomar conhecimento de decisões judiciais tornava-se um suplício. De repente, surge a figura de um herói real, que, contra o convencional e protocolos de tratamento, começa a reviver e a despertar nos demais ministros o valor de suas missões. E o povo brasileiro começa a despertar. Mas a má notícia é chegada: o herói em pé e com a capa esvoaçante vai aposentar-se. Esta criança desiludida e decepcionada lhe implora: não se aposente!
Nélio Jose Nicolai, Lago Norte

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