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postado em 26/06/2014 00:00


Copa

Que a Copa está maravilhosa e as torcidas estão na maior curtição são fatos. Mas que a Seleção Brasileira não empolga, é outro fato. Desde 1966, não vejo uma seleção tão ruim, sem padrão de jogo, sem uma jogada ensaiada e dependendo tanto de um jogador (Neymar) como a atual ; em 1966, dependia de Pelé. Parecem um bando de jogadores de várzea que se reuniram para jogar um campeonato de domingo, com um técnico que fica à beira do gramado esbravejando e dando instruções que ninguém escuta ou segue. Podemos até vencer, mas que vamos sofrer jogo a jogo, vamos.
; Sylvain Levy,
Asa Norte

; Continua a guerra pelas sete vitórias. Entre mortos e feridos, o Brasil vai em frente. A Seleção Brasileira não pode nem deve entrar na pilha da superstição. Quem quer ser hexacampeão não pode escolher adversário. Como pentacampeão mundial e anfitrião da Copa, o Brasil tem que se impor dentro de campo. Jogando com paciência, mantendo a bola, evitando errar passes e, sobretudo, dominando a ansiedade e a precipitação. O gol aparece para quem merece. O Brasil tem bons jogadores. Experientes, unidos e conscientes. A Copa, de maneira geral, está excelente. Conquistando adeptos, emocionando torcedores do Brasil e do mundo. É admirável a troca de energia entre brasileiros, argentinos, italianos, chilenos, portugueses, japoneses, espanhóis, mexicanos, ingleses, africanos etc. O mundo todo unido pela bola.
; Vicente Limongi Netto,
Lago Norte

; Parabéns pelo pequeno mas significativo artigo ;O mundo e a bola; (25/6, pág. 10). Como é bom fixar os olhos diante de um evento como a Copa do Mundo para além da infraestrutura, que realmente causa espanto e questionamentos, mas termos um olhar voltado para as relações interpessoais, a convivência sadia e o diálogo que surgem de tal acontecimento.
; Raynner Leonardo,
Lago Sul

; Fiquei indignada e ao mesmo tempo feliz e esperançosa com o texto ;Uma questão de cultura; (coluna 360 Graus, caderno Diversão, 22/6, pág. 2), sobre a limpeza da Arena Pernambuco pelos japoneses, após o jogo do Japão contra a Costa do Marfim, e a sujeira e a depredação de monumentos e espaços públicos em Brasília. Não podemos continuar assim! Alguma coisa tem de ser feita nas escolas, nos jornais etc. Principalmente, dirigindo-se aos pais, que têm muita culpa nisso. Nós, mulheres, podemos fazer alguma coisa. Vamos arregaçar as mangas e começar. Como, não sei. Mas achei a atitude da torcida japonesa maravilhosa, um exemplo a seguir. Tive a oportunidade de conhecer a educação do povo japonês, quando lá estive, anos atrás.
; Liú Siú de Carvalho,
Lago Sul

; Ruas policiadas inibem o vandalismo, afugentam bandidos. Diante da tranquilidade que parecia impossível, países que desencorajavam turistas a vir assistir aos jogos da Copa receberam um cala a boca dos brasileiros. As disputas em campo ocorrem diante da multidão apaixonada por futebol, num ambiente colorido, que transborda em alegria e fraternidade. Depois da Copa, se faz necessário que o policiamento continue, para que a população se sinta segura, protegida.
; Josuelina Carneiro,
Asa Sul

Eleições

Convenções dos vários partidos apresentam os candidatos que vão disputar a Presidência da República em outubro. Depois da Copa do Mundo, por certo, o bicho vai pegar. Por enquanto, notam-se manifestações, com algumas críticas e até provocações Mas as campanhas não podem ficar limitadas a agressões verbais e acusações provocativas. Deve ser levado em consideração que vários candidatos já têm experiência de ocupação de cargos no Executivo e sabem que há problemas para comandar equipes com nomes indicados nas composições com outros partidos. Por seu lado, a imprensa terá muita responsabilidade na cobertura dos acontecimentos, com competência e discernimento. São muitos os desafios, como se pode observar.
; Uriel Villas Boas,
Santos (SP)



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