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postado em 02/07/2014 00:00


A bênção, Mané!

Estava em Brasília, no sábado, para a convenção do PSDB, e pude ler com alegria o artigo ;A bênção, Mané Garrincha; (28/6, pág. 11) na editoria de Opinião do Correio Braziliense. Toda vez que chego a Brasília me emociono. Brasília é um filme que passa e repassa na minha cabeça todos os dias. E a cada dia vejo esta minha irmã mais nova mais bela e o coração dos brasilienses mais compromissado com nossa capital. O artigo colocou muito bem a saga do que representou para o Brasil a construção de Brasília. A cada dia que passa, o presidente JK se torna maior, porque sua obra, com apenas 54 anos, tem um significado geopolítico singular e único para o país.
; Maria Estela Kubitschek Lopes,
Rio de Janeiro (RJ)

; Belo texto ;A bênção, Mané Garrincha!”, saudando e exortando a alegria, a fé, a solidariedade e a esperança. No coração e na existência do autor não há lugar para decaídos de espírito nem para pregoeiros do caos. Muito menos para os que nutrem amargura, hipocrisia e cretinice na alma. Lapidar o articulista: ;Minha felicidade vale muito mais;. Assino embaixo.
; Vicente Limongi Netto,
Lago Norte

; O Correio Braziliense, o jornal da capital, e o jornalista que assina o texto disseram tudo sobre Brasília, a Copa do Mundo e o Estádio Nacional Mané Garrincha. Que orgulho eu tenho em ter contribuído, em parte, com o momento que Brasília vive! As gerações futuras hão de reconhecer tudo isso.
; Eduardo Castro Mello,
São Paulo (SP)

; Parabéns ao Correio Braziliense e ao autor do artigo ;A bênção, Mané Garrincha;. Obra pública ruim é a que não sai do papel. Depois de mais de dois anos, fui a Brasília para a convenção do PP, na terça passada, e fiquei encantado com a cidade, sobretudo com o Aeroporto JK.
; Aristóteles Drummond,
Rio de Janeiro (RJ)

; Muito benfeito o artigo ;A bênção, Mané Garrincha!” O texto deixa a gente feliz e orgulhosa por ter um estádio no qual não temos vergonha de receber turistas e os próprios brasilienses. Uma cidade só é boa para os turistas quando é boa também para seus habitantes.
; Heloísa Helena Hargreaves,
Lago Sul

Copa

Parabéns pela matéria ;Seleção de pecados; (29/6, caderno Superesportes, pág. 5), relatando toda a verdade ao colocar em dúvida o futebol de Oscar e Fred e mostrar que Robinho poderia ser a opção em partidas como a disputada contra o Chile. Os autores da reportagem tiraram as palavras da minha boca. O Brasil não possui armador de jogadas de boa qualidade, e o erro começou ainda durante a última convocação para a Copa. Tenho curiosidade em saber se, após as partidas, as camisas de Oscar e Fred ficam suadas. Confesso que, no jogo contra o Chile, tive um momento triste e três alegres. O momento triste foi quando o Chile empatou; o primeiro alegre, quando Fred foi substituído; o segundo alegre, ver Oscar ser substituído. Finalmente, o terceiro momento alegre foi saber que ainda estamos na Copa. Avante, Brasil!
; Cezar Mariano,
Taguatinga Sul

; Depois da defesas dos pênaltis contra o Chile, tem que ser São Julio Cesar. Foi ele quem nos colocou nas quartas de final. Para ganharmos o próximo jogo, temos que tirar o salto alto e jogar como contra a Espanha, no fim da Copa da Confederações: marcando em cima e não dando espaço para o oponente. Se ficar apenas confiando na qualidade de nossos craques, não vamos chegar ao tão sonhado hexa. Felipão tem que montar uma equipe combativa, que deve se modificar ofensivamente para cada novo time a ser enfrentado, com jogadas ensaiadas. Se não houver essa modificação de jogo para jogo, e usarmos o mesmo esquema, será fácil marcar nossos jogadores, como foi contra o México e contra o Chile.
; João Coelho Vítola,
Asa Sul



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