Curtas

Curtas

postado em 03/09/2014 00:00
 (foto: Hazem Bader/AFP - 14/6/14)
(foto: Hazem Bader/AFP - 14/6/14)

; ISRAEL
GUERRA EM
GAZA CUSTOU
US$ 2,5 BILHÕES




Uma semana depois do anúncio da trégua com o Hamas, o governo de Israel calculou o custo da ação. Segundo o ministro da Defesa Israelense, Moche Yaalon, os 50 dias de conflito na Faixa de Gaza absorveram pelo menos US$ 2,5 bilhões. Os confrontos deixaram mais de 2.140 palestinos mortos, na maioria civis. Do lado israelense, foram 71 óbitos, principalmente soldados. ;Os gastos da operação Barreira Protetora são superiores a 9 bilhões de shekels;, declarou Yaalon em uma conferência econômica em Tel Aviv. Segundo o ministro, foram atacados mais de 6 mil alvos ; desses mais de 5 mil com a força aérea e 900 por terra ou mar. No domingo, o governo aprovou cortes orçamentários para financiar os gastos decorrentes da ofensiva em Gaza.


; CHILE
EX-OFICIAIS
CONDENADOS
POR TORTURA


Onze ex-oficiais da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) foram condenados pela Justiça chilena em dois casos de violações dos direitos humanos por sequestro e tortura de 14 pessoas, entre elas dois deputados. No primeiro caso, foi confirmada a sentença de três anos de reclusão para o ex-general Roberto Schmied, ex-diretor da Central Nacional de Informações (a polícia secreta de Pinochet desde 1977), e para outros três ex-agentes por torturas contra o atual deputado Sergio Aguiló, detido em dezembro de 1981. Por esse caso, também foram confirmadas as penas de 61 dias de prisão para outros dois ex-agentes da CNI. A todos foi concedido o benefício da redução condicional da pena e somente o ex-agente Álvaro Corbalán está preso, condenado à prisão perpétua por outros casos de violação dos direitos humanos. No segundo caso, o juiz Miguel Vásquez condenou cinco ex-oficiais da Força Aérea do Chile (Fach) pelo homicídio qualificado de Alfonso Carreño e pelo sequestro de outras 12 pessoas, todas vinculadas a partidos de esquerda, segundo outra nota do Poder Judiciário.


; HONG KONG
ATIVISTAS
ADMITEM
FRACASSO


Kin-Man Chan, cofundador do Occupy Central, movimento pró-democracia de Hong Kong, reconheceu ontem que não existe possibilidade de o governo da China ceder e ampliar as liberdades eleitorais na ex-colônia britânica. Os ativistas, de qualquer forma, pretendem prosseguir com os protestos. ;Estamos obrigados a admitir que, nas circunstâncias atuais, é bastante irreal pensar que nossa ação mudará a decisão tomada por Pequim;, declarou Kin-Man Chan à agência France-Presse. A China anunciou no domingo que o futuro chefe de governo da ilha será eleito por sufrágio universal a partir de 2017, mas que apenas dois ou três candidatos selecionados por um comitê poderiam disputar as eleições. Diante disso, os ativistas iniciaram no domingo uma campanha de desobediência civil. Ontem, pelo menos 22 manifestantes foram presos durante protestos contra um dirigente chinês que visitava a ex-colônia britânica.

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