Grita do consumidor

Grita do consumidor

postado em 08/09/2014 00:00

AMERICAN EXPRESS
Dificuldade para conseguir estorno


; Juca Moreno
Brasília

O leitor Juca Moreno de Oliveira, morador de Brasília, comprou, pela internet, duas diárias de hotel em Miami, nos Estados Unidos, e pagou com cartão de crédito da American Express. De acordo com ele, logo depois, chegou um e-mail do site informando que a compra não havia sido efetuada devido a problemas no cartão. Juca, por meio de outro portal, refez a reserva. Dessa vez, pagou com outro cartão de crédito. Ao chegar ao hotel, ele descobriu que havia duas reservas em seu nome. Em contato com o primeiro site, foi informado que a reserva havia sido feita, porém não fora cobrada no cartão. Para desagrado do leitor, as faturas dos dois cartões vieram com a cobrança das diárias. Juca procurou a American Express, a fim de resolver a situação, mas foi informado que o problema teria que ser solucionado com o portal. ;O portal assegurou que não fez a cobrança. Só quero o estorno por parte da American Express, que diz oferecer um serviço platinum, mas, até agora, não foi o que eu recebi;, lamenta Juca.

Resposta da empresa
Após o prazo de 48 horas, a American Express, por meio da assessoria, informou não ser capaz de formular uma resposta e está verificando o caso.

Comentário do consumidor

;Entraram em contato comigo no último dia 4 e informaram que estão resolvendo a questão, por envolver outra empresa (o site, que é americano). Eu preciso entrar em contato com eles também. Após isso, a American assegurou que o caso será solucionado. Eu espero que seja.;


BANCO DO BRASIL
Cobrança indevida de anuidade


; Daniel Arêas Brito
Brasília

Daniel Arêas Brito, morador de Brasília, é cliente do Banco do Brasil (BB) há mais de 20 anos. Ele tem duas contas no banco ; uma individual e outra conjunta com a mulher. Ele reclama que, na conta conjunta, têm ocorrido problemas de cobrança. De acordo com Daniel, na fatura do cartão de crédito, o valor da anuidade está muito alto. Na agência, a gerente da conta informou que ele não deveria pagar uma anuidade tão alta e que, inclusive, tinha direito ao cartão black ; hoje, Daniel tem o platinum. De acordo com o leitor, a gerente contatou a central de atendimento para solicitar o ressarcimento das anuidades pagas, mas ambos foram surpreendidos com a informação da atendente de que Daniel havia quitado a sexta parcela da anuidade e, portanto, não teria direito ao ressarcimento. ;Eu não deveria ter pago nada inicialmente. Por um erro do BB, fui cobrado indevidamente e, agora, por ter quitado todo o valor, não tenho mais direito ao ressarcimento? Isso é um absurdo;, reclama Daniel.

Resposta da empresa
O Banco do Brasil, por meio da assessoria de comunicação, informa que entrou em contato com o cliente para esclarecer o ocorrido e coloca-se à disposição para outros esclarecimentos que se fizerem necessários, pessoalmente ou por outros canais de atendimento. ;O BB agradece ao cliente pelo registro, uma vez que trabalhamos continuamente para melhorar nossos produtos, serviços e processos.;

Comentário do consumidor
;O Banco do Brasil entrou em contato comigo e resolveram a questão;.


SAGA PEUGEOT
Duvidosa garantia total


; Táliton Correia de Oliveira
Gama Oeste

O leitor Táliton Correia, morador do Gama, comprou, em julho, um Peugeot 308 na concessionária Saga Peugeot, no Pistão Sul, em Taguatinga. De acordo com ele, o veículo apresentou problemas nos faróis. Na concessionária, um funcionário percebeu que a peça que regula o farol estava defeituosa. Mas, em vez de sanar o problema, o funcionário abaixou o outro farol. Logo depois, Táliton fez uma viagem até Anápolis (GO) e percebeu que a solução dada havia piorado a situação dos faróis, gerando inclusive risco para ele e para outros motoristas. Ele retornou à Saga e a peça defeituosa foi trocada. Para desespero de Táliton, na semana seguinte, ele percebeu que três pneus do carro estavam fragmentando. Voltou mais uma vez à concessionária e, dessa vez, foi informado que nada poderia ser feito, pois a responsabilidade dos pneus não era da Peugeot e sim da fabricante deles. A concessionária sugeriu que o leitor procurasse a revendedora de pneus. ;Nas propagandas do carro e no manual, informam que a garantia do veículo é de 3 anos. Estou com um carro praticamente zero e sem condições de rodar com ele, por não respeitarem a garantia;, queixa-se Táliton.

Resposta da empresa
A Saga Peugeot informa que o veículo, conforme o manual, permanece em garantia pelo prazo de 3 anos, desde que atendidas todas as orientações estipuladas, conforme orientação da fabricante. No entanto, por mais coberto e assegurado que o veículo esteja, não abrangem as benesses da garantia contratual os itens de desgaste natural, enquadrando-se nessa categoria os pneus. Sobre os pneus, a Saga Peugeot, por meio de seu gerente, orientou o cliente, conforme o Manual do proprietário, a se dirigir a uma das lojas credenciadas do fabricante para que fosse verificada a procedência da reclamação e, em caso positivo, realizarem a troca. Entretanto, conforme o laudo realizado, ficou constatado que o problema existente não é um problema/defeito/vício de fabricação, mas sim, de uso extremo, isto é, os pneus sofreram ;agressões exteriores;, o que pode, inclusive, ter ocorrido durante a viagem citada pelo cliente. No mais, o veículo encontra-se em perfeito estado, dentro dos padrões de segurança estipulados pelo CDC e pelo Inmetro. A Saga Peugeot está aberta para maiores esclarecimentos.

Comentário do consumidor
;Agradeço a atenção do Correio. Os pneus do meu carro foram danificados na rampa de ferro irregular que dá acesso ao 2; andar da própria Saga. E o veículo foi entregue com pneus já danificados com desgastes. Só me dei conta disso quando coloquei o carro na minha garagem. Em relação ao farol, ele foi retirado de outro veículo, que estava com perda total. Não colocaram uma peça nova.;


AVIANCA
Dificuldade em conseguir desconto


; Fernanda Silva
Brasília

A leitora Fernanda Silva conta que um dos filhos, Gabriel Fernando, é deficiente visual. De acordo com ela, ele é atleta de xadrez e, em junho, participou, no Rio de Janeiro, da segunda etapa classificatória da Copa do Brasil de Xadrez para Deficiente Visuais, ficando em segundo lugar na sua categoria. Fernanda afirma que seu filho não tem patrocínio. Assim, é ela quem cobre as despesas para que ele possa competir. Segundo ela, deficientes visuais têm direito a 80% de desconto na compra de passagens para acompanhante, benefício que eles usufruíram

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