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postado em 13/11/2014 00:00
PF desbarata fraude em títulos
de capitalização populares

A Polícia Federal deflagrou ontem a Operação Trevo (foto) em 13 estados, desvendando uma suposta rede criminosa que utilizava a emissão de títulos de capitalização populares, cuja parcela de dinheiro arrecadado deveria ir para entidades filantrópicas. No entanto, as organizações sociais eram ;laranjas;, fazendo o recurso retornar às mãos do grupo criminoso. Estima-se que cerca de R$ 1 bilhão tenha sido movimentado com o esquema, que envolve contrabando, jogos de azar, crimes contra a ordem tributária e lavagem de dinheiro. Imóveis, carros de luxo e dinheiro em espécie foram confiscados. A PF não informou quantas pessoas foram detidas. Um policial militar foi preso. A Polícia Federal também deflagrou ontem uma operação de combate a crimes contra a administração pública em Florianópolis com prejuízos estimados em R$ 30 milhões. No total, 14 pessoas foram presas na Operação Ave de Rapina, entre elas, o vereador Marcos Aurélio Espíndola (PSD), conhecido por Badeko.

USP criará centro de apoio a
alunas vítimas de violência

A Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) criará um centro para dar assistência jurídica e psicológica a alunos que sofrerem agressões sexuais, machismo, racismo e homofobia ou ;qualquer tipo de violação;. Diretores da faculdade se reuniram na tarde de ontem após diversas estudantes denunciarem ter sido estupradas e relatarem abusos contra alunos negros e homossexuais. Na segunda-feira, três vítimas de violência sexual em festas da faculdade foram ouvidas pela Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana, da Cidadania, da Participação e das Questões Sociais na Câmara Legislativa de São Paulo.

Justiça mantém indenização
de ex-agente de trânsito a juiz

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve a condenação em que a ex-agente de trânsito Luciana Silva Tamburini é obrigada a pagar indenização de R$ 5 mil ao juiz João Carlos de Souza Correa, que foi parado por ela numa bliz da Lei Seca em 2011. O desembargador, que deu a decisão anterior, entendeu que ela agiu ;com abuso de poder; por ter abordado o magistrado na fiscalização. Segundo ela, o carro estava sem placa e o homem, sem carteira de habilitação. O juiz exigiu que eles fossem para uma delegacia onde deu voz de prisão à agente. No local, ela teria dito que ele não ;era Deus;. Ela o processou por abuso de autoridade, mas a Justiça entendeu que ela foi quem agiu com ;agiu com abuso de poder, ofendendo o réu, mesmo ciente da função pública desempenhada por ele;.

Militar mata o filho e tenta
assassinar a mulher em Fortaleza

Um subtenente do Exército, 45, é suspeito de assassinar o filho de 9, atentar contra a mulher e tentar se matar na madrugada de terça-feira, em Fortaleza. A mulher sobreviveu a alta dose de remédios que teve de tomar com vinho e as agressões. O militar estava internado em estado grave sob escolta policial até a noite de ontem. O homem publicou uma mensagem nas redes sociais em que falava sobre o ocorrido e justificava. ;Tá vendo essa mulher linda me pediu o divórcio. (...) Tem dois filhos especiais. Vou levar um comigo. Obriguei ela [esposa] a beber vinho com seus tranquilizantes para dormir e não ver o que vou fazer. Me perdoem, família, mas a carga tá grande demais, e não aguento mais sofrer calado vendo essa mulher se anular há 10 anos;, diz.

Chefe de quadrilha de agiotas
é preso no Rio de Janeiro

Uma operação conjunta entre o Ministério Público e a Polícia Militar do Rio de Janeiro prendeu o homem identificado como o chefe de um esquema de agiotagem no estado. José Ricardo Pereira da Costa estava em uma mansão em Niterói. Os investigadores estiveram em mais de 10 municípios cariocas para cumprir mandados de prisão preventiva contra 41 pessoas, incluindo dois policiais civis e um militar, acusados de quadrilha armada, agiotagem, extorsão e corrupção ativa. Os empréstimos eram concedidos sob juros acima de 30% ao mês, bem acima do permitido por lei. Em caso de inadimplência ou atraso no pagamento, as cobranças eram feitas mediante extorsão e roubo praticados pelos membros da quadrilha, envolvendo ameaças e violência física contra os devedores e parentes.

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