2015, o ano da esperança

2015, o ano da esperança

Dez brasilienses de variadas idades, profissões e classes sociais revelam o que esperam do próximo ano. Além dos desejos pessoais, defendem transformações na educação, na saúde, na segurança e no transporte público

» MANOELA ALCÂNTARA
postado em 01/01/2015 00:00
 (foto: MANOELA ALCÂNTARA)
(foto: MANOELA ALCÂNTARA)

Começo de ano é tempo de atualizar a lista de promessas e pedidos para os próximos 12 meses. Alguns são possíveis de realizar e só dependem do dono do desejo. Outros se concretizarão se o acaso ou a sorte permitirem. Mas o que importa para os 10 moradores do Distrito Federal ouvidos pelo Correio é fazer planos e traçar metas para alcançá-los. Ao lado da busca por mudanças e melhorias na vida pessoal, gente de diversas profissões aproveita a transição no Governo do Distrito Federal para dizer o que espera da nova gestão. Também dá dicas para educação, saúde e segurança pública.

O sócio-proprietário e chef dos restaurantes El Negro, Marcelo Piucco, 40 anos, enxerga a esperança em 2015. Quer expandir a rede e ver a cidade crescer. ;Tivemos uma boa indicação para coordenar o turismo da cidade. Isso deve ajudar o setor de bares, hotéis e restaurantes;, prevê.

Para a educação, a professora e coordenadora da Escola Classe 106 Norte, Geneci Pereira da Silva, 47, quer a evolução da área no DF. ;Amo o meu trabalho e tenho muitos projetos para 2015;, afirma.

O carteiro Pedro de Alcântara, 40, pretende estudar, passar em outro concurso, ter um filho e ver melhorar o salário da categoria. Militar, Carlos Godoy Júnior, 45, espera mais consciência por parte da população. ;É preciso se mobilizar para mudar;, acredita. O lavador de carros José Francisco dos Santos, 65, quer um emprego que não exija tanto esforço físico, além de transporte de qualidade.

A vida do casal Tamara Dias, 22, e Romário Matos, 20, mudará radicalmente em 2015. Ela se formou em pedagogia e quer continuar o trabalho em uma creche onde atuava ainda na faculdade. Ele vai trocar Barreiras (BA) pela capital federal na metade de 2015, pois pediu em casamento a namorada na semana passada. ;Será um ano de mudanças para mim. Estou procurando emprego em Brasília. Devo ainda mudar de área. Sou formado em informática e quero seguir neste ramo ou no administrativo aqui no DF;, conta Romário.

Eles e outros quatro moradores de Brasília comentaram sobre o futuro, as perspectivas e o que desejam de melhoria para a capital do país.



















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