Grita geral

Grita geral

postado em 12/01/2015 00:00


SOBRADINHO
HOSPITAL SEM ATENDIMENTO

Quem precisa de atendimento médico no Hospital Regional de Sobradinho enfrenta dificuldades. A leitora Raquel Evangelista de Almeida enviou uma reclamação para o WhatsApp do Correio Braziliense (9256-3846) relatando problemas na unidade. Segundo ela, faltam medicamentos, o centro cirúrgico está fechado e a máquina de esterilização se encontra quebrada. ;O meu irmão precisou ser operado e não conseguimos atendimento. Tivemos de transferi-lo para um hospital particular;, conta. Segundo Raquel, a crise se estende a outros hospitais da rede pública. ;Não há vagas nos hospitais públicos, tentamos e não conseguimos.;

; A Secretaria de Saúde, por meio da assessoria de Comunicação, informa que o Gabinete de Situação priorizará o abastecimento de medicamentos e insumos em toda a rede, de forma a manter na normalidade o funcionamento da unidade de saúde. Segundo a pasta, o grupo é responsável por fazer um diagnóstico minucioso da real situação em que a saúde pública do Distrito Federal se encontra. O trabalho está concentrado, entre outras coisas, no levantamento e na análise de contratos firmados para prestação de serviços como limpeza de hospitais, alimentação, leitos de UTI e manutenção de equipamentos. O atendimento nas emergências também será monitorado. A Secretaria de Saúde espera que as decisões tomadas no Gabinete gerem resultados positivos e proporcionem a continuidade do atendimento à população nos próximos dias.




ITAPOÃ
MORADORES COM MEDO

Os moradores do Itapoã estão aterrorizados com a frequência de assaltos na cidade. Desta vez, adolescentes e usuários de drogas estão cometendo os crimes à luz do dia. Os alvos principais são mulheres. Os ladrões visam bolsas e celulares. ;A minha irmã foi assaltada, registrou ocorrência, mas, como muitas outras, ficou apenas com a sensação de insegurança;, conta João Lisboa , morador do Itapoã há 4 anos. Segundo ele, o fraco policiamento da região deixa os bandidos à vontade. ;Vemos policiais apenas na avenida comercial. Nas outras, nunca há;, diz.

; A Polícia Militar, por meio do Centro de Comunicação Social, informa que o policiamento na área do Itapoã é efetuado diuturnamente com emprego de viaturas e motos e a pé. Os policiais cumprem um cronograma dentro da filosofia do policiamento comunitário, visando um contato mais próximo da comunidade e buscando diálogo e informações que possam evitar crimes. A PM disse ainda que conhece o problema do uso de drogas, e que essa é uma questão social. Por isso, mantém o Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd), que consiste numa série de ações operacionais e sociais que visam erradicar o uso de drogas e conscientizar crianças e adolescentes dos males que as drogas causam.





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