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postado em 24/01/2015 00:00


Hanseníase

Sobre o artigo ;Hanseníase: doença do passado?;, publicado em 22/1, o Ministério da Saúde informa que os esforços brasileiros no combate à hanseníase têm sido objeto de reconhecimento internacional. Nos últimos 10 anos, a taxa de prevalência da doença no país caiu 68%, passando de 4,52 para 1,42 por 10 mil habitantes entre 2003 e 2013. Também houve redução de 40,1% de novos casos entre 2003 e 2014 ; foram 24.612 no ano passado. Os dados são resultados da expansão dos serviços, ampliando o acesso ao diagnóstico e tratamento da doença; ações de busca ativa nas escolas e em regiões prioritárias, para aumentar a descoberta de casos e seus contatos, colocando-os em tratamento, o que contribui para quebrar mais rapidamente as cadeias de transmissão da doença. A campanha publicitária, lançada nesta semana que alerta à população sobre os sinais e os sintomas da doença, demonstra ainda o esforço contínuo em eliminar a hanseníase como um problema de saúde pública.
; Renato Strauss,
chefe da Assessoria de Imprensa do Ministério da Saúde

Administrações
regionais

Anunciados os nomes dos administradores regionais, ficou evidente que o governador Rollemberg não pôde fazer a escolha de maneira independente, como prometeu na campanha, e em consonância com a comunidade. Rendeu-se à vontade do próprio partido, em especial no caso da Administração de Brasília. Confirmou, agora, o senhor Igor Tokarski. Todos se perguntam: ;Quem é e de onde veio Igor Tokarski, nunca visto em movimentos realizados pela comunidade, lutando em defesa dos interesses do Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico?;. Mas, salvo engano, a principal das bandeiras de campanha (eleição para administrações regionais), além de entrar para a lista de não cumprida, virou aquela que pode ser considerada traição do governador para com a comunidade local. Ele não imaginava que deveria se curvar à Câmara Legislativa e, muito menos, ao próprio partido. O que se observa, em breve análise dos nomes anunciados para o governo, é que estão sendo acomodados correligionários que não conseguiram sucesso nas campanhas eleitorais e até integrantes do governo passado, que tanta desgraça e atraso trouxe ao DF.
; Artur Benevides, integrante do
Conselho Comunitário da Asa Sul

Água

A cobrança de taxa mínima para o consumo de água, ao contrário do que pensa o leitor da carta publicada na edição de 22/1 tem sua razão de ser e é justa. Há um custo mínimo embutido no serviço de fornecimento de água (tratamento, transporte, pressurização etc.) e também na coleta e tratamento de esgotos. Ambos estão diretamente relacionados a questões de saúde, do meio ambiente e de justiça social, pois beneficiam os consumidores hipossuficientes. A tarifa de 10m; é subsidiada ; nessa faixa, o valor pago não cobre os custos mínimos gerados. A diferença é recuperada na conta dos que mais consomem, de forma a desestimular o desperdício e estimular o uso racional. Portanto, não existe abusividade e muito menos ilegalidade, pois trata-se de um entendimento pacificado no Superior Tribunal de Justiça. Consulte-se, ainda, a Lei n; 11.445/07, no art. 30, incisos III e IV.
; José Carlos Camapum Barroso,
assessor de Comunicação
da Caesb

Estacionamento

Esta semana, ao transitar pela plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, notei que áreas destinadas a estacionamento, em frente ao Conic, estão cercadas para obras. Mas, estranhamente, era meio de tarde e não vi ninguém trabalhando. A cidade enfrenta um enorme deficit de vagas, considerando a frota de veículos particulares inflada pela ineficácia do transporte público. Ao contrário do que muitos imaginam, o conforto de usar carro particular é muito pequeno em Brasília, pois não há espaço para parar o veículo. Usar o estacionamento pago é aceitar o achaque das empresas, que ; talvez nunca saibamos como ; exploram os espaços públicos. Além disso, o custo é muito alto, pois o preço do combustível do DF é algo absurdo, quando comparado com o que é cobrado nas cidades vizinhas. O ideal seria podermos usar coletivos, mas isso é sonho de consumo, longe de ser realizado.
; Nelson Vargas,
Cruzeiro




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