Sr. Redator

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postado em 31/03/2015 00:00



Grosserias

Sabidamente, o país vai mal. Não há horizonte benéfico ante aos desmantelos conjunturais da política municipal, estadual e federal. O modelo se esgotou por completo. Num país de bancos bilionários, corrupção bilionária e povo pobre, não se pode arriscar dizer que falta dinheiro nesta terra. Somos país sem educação e que precisa de lei para ditar o uso de cinto de segurança ou de respeito à faixa de pedestre (já é uma grosseria só de pensar que até a urina carece de lei). O retrato de nossa sociedade, flagelada por inocência pueril e história democrática recente, apenas enseja reflexão justa quanto ao papel de cada um de nós. Conquanto ainda ensaiamos as cenas de nossa história, demais nações estão com o espetáculo em cartaz. Se numa festa fosse, seríamos aquela garotinha à espera do par ideal. E ele existe?
; Rodrigo de Sousa Leitão,
Sobradinho

Padronizar

Acho que o Correio deveria padronizar os seus textos. Muita gente estranhou a manchete de hoje aqui no serviço: 1,2 milhão vai perder o emprego até o fim do ano. Terrorismo à parte, a discussão era sobre se havia ou não erro de concordância. Está correto o verbo no singular, mas o problema é que na matéria da página 6 (naquela linha acima do título) está 1,2 milhão vão. Os dois são corretos ; singular e plural. O problema é que o Correio deveria padronizar para não deixar o leitor em dúvida.
; Marco Antonio Lira Reis,
Lago Sul

Orla do lago

O leitor Elizio Nilo Caliman foi ao ponto certo (CB, 30/3): reclamar diálogo? Que autoridade tem quem invadiu a orla? Por acaso, eles dialogaram com as autoridades para permitir a invasão, a apropriação do bem público? Reclamar da segurança? O que os impedem de construir sólidas cercas ou muros nos limites exatos da propriedade, como o fazem os demais cidadãos? A segurança pública está aí a serviço de todos, igualmente. Mas a revolta maior é assistir à leniência e à prevaricação dos governantes. Espera-se que agora, diante da ação do MP, o GDF cumpra o item 20 do Relatório do Projeto Urbanístico de Lucio Costa que diz: ;Evitou-se a localização dos bairros residenciais na orla da lagoa, a fim de preservá-la intacta, tratada com bosques e campos de feição naturalista e rústica para os passeios e amenidades bucólicas de toda a população urbana;. Por que privar o cidadão de caminhar ou pedalar pela orla sem as fortalezas privadas em nome de suposta e falsa segurança particular em áreas que não lhes pertencem.
; Paulo R. Silva,
Asa Sul

Voz de prisão

Com relação à carta ;Detran 2; (30/03), gostaria apenas de fazer uma correção. O leitor iniciou a missiva dizendo que ;bombeiros não têm que prender agentes públicos;. Ocorre que o art. 301 do Código de Processo Penal afirma: ;Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito;. No caso, o bombeiro, crendo estar diante de possível porte ilegal de armas pelos agentes do Detran, deu-lhes voz de prisão, porém não na qualidade de bombeiro e, sim, na de cidadão comum.
; Ricardo Santoro,
Lago Sul

Negros

Concordo em gênero e número com Rosane Garcia em ;Negros: quem são e onde estão; (Correio, 30 de março), menos em caso quando se trata de criar privilégios por meio de cotas e derivados que acabam promovendo a discriminação inversa marginalizando os mais preparados. Quem são e onde estão os afros é só procurá-los à margem da educação, da saúde e da segurança para onde foram empurrados desde que foram libertados da senzala sem dar-lhes condições de se autossustentarem e defenderem seus direitos em igualdade de condições, negados pela pretendida Pátria Educadora.
; Elizio Nilo Caliman,
Lago Norte

Aviação

A queda do avião da Germanwings, nos Alpes Franceses, tem causado comoção no mundo todo. Rapidamente, com base em dados da caixa-preta os investigadores concluíram que o copiloto, que supostamente tinha problemas mentais, teria derrubado o avião, enquanto o comandante saíra ao toalete e ao voltar a porta que dá acesso à cabine estava fechada. Mas as dúvidas persistem: o copiloto pode ter sofrido um ataque e desmaiado; segundo, enquanto o comandante esteve no banheiro um terrorista entrou na cabine e aplicou um entorpecente no copiloto, assumindo o comando e derrubando o avião.
; José Lineu de Freitas,
Asa Sul



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