passatempo

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postado em 15/05/2015 00:00
 (foto: Mariana Sayad/Divulgação



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(foto: Mariana Sayad/Divulgação )

Na estante



ASSOPRA O BORRALHO DE ZÉ HELDER. FOLGUEDO/TRATORE.
11 FAIXAS. PREÇO MÉDIO: R$ 25.
No terceiro trabalho solo, o violeiro mineiro investe da produção autoral. Todas as faixas são de Zé Helder. Contudo, algumas têm parceirias, como Seresta na roça (com Índio Cachoeira) e Água limpa (com Zeca Collares). O disco traz o clima de roça mineira ; representado em Sabão de cinza, Pão de queijo e na faixa título ; mas também investe em outras referênciais musicais. Com coprodução de Zé e Ricardo Vignini, o CD passeia pelo rock progressivo e pelas batidas do landó (ritmo afro-peruano), sonoridades orientais e serestas de rádio. (Maíra de Deus Brito)

Funny girl
De Nick Hornby. Tradução: Christian Schwartz. Companhia das Letras, 422 páginas. R$ 44,90
É no mundo do entretenimento que Nick Hornby escolheu situar seu novo romance. Funny girl mergulha nas situações de uma equipe de sitcom para fazer um retrato da cena televisiva do entretenimento britânico. No livro, Barbara desiste dos concursos de beleza para a arriscar a vida na televisão. A menina sonha em ser estrela de um show, mas se vê engolida pela vida real quando o sonho se realiza. O sucesso se instala no cotidiano da personagem, assim como a realidade de precisar lidar com uma equipe formada por pessoas muito diferentes. (Nahima Maciel)

Livre
(Wild, EUA, 2014).De Jean-Marc Vallée. Com Reese Witherspoon, Gaby Hoffman, Laura Dern, Michiel Huisman e Kevin Rankin. Fox, drama, 116min. Não recomendado para menores de 16 anos.
A autora Cheryl Strayed tem parte da vida revista na fita. Interpretada com garra por Reese Witherspoon, a protagonista parece disposta a negar feridas, numa citação à feminista Adrienne Rich. Pop, o roteiro de Nick Hornby elenca de The Clash a Joni Mitchell, passando pelo poeta Robert Frost e por Elvis Presley. O andar por meses, numa jornada instável que cicatriza traumas, dá corpo ao filme de Vallée (Clube de compras Dallas e Crazy).Uma mãe admirável (feita por Laura Dern) e definitivos acordes de Simon & Garfunkel dão corpo ao filme à la Terrence Malick e Isabel Coixet. (Ricardo Daehn)

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