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postado em 17/05/2015 00:00
 (foto: Zeca Ribeiro/EBC - 12/2/15)
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PSol decide expulsar Cabo Daciolo
Reunido ontem em Brasília, o Diretório Nacional do PSol decidiu acatar o parecer da Comissão de Ética do partido e expulsar da legenda o deputado federal Cabo Daciolo (foto), do Rio de Janeiro. Eleito para a Câmara pela primeira vez em outubro, Daciolo irritou o partido ao apresentar uma proposta de emenda à Constituição cujo objetivo era substituir a locução ;Todo poder emana do povo (...); por ;Todo poder emana de Deus;, no preâmbulo do texto constitucional. Segundo a interpretação do diretório, a expulsão se deve ao fato do parlamentar desrespeitar o programa do partido, que defende a laicidade do estado. Militar do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, Daciolo, que é evangélico, tornou-se conhecido depois de liderar uma greve dos bombeiros no estado. O destino do mandato de Daciolo ainda é desconhecido.

Richa se defende de acusações de corrupção

O governador do Paraná, Roberto Richa (PSDB) publicou ontem um vídeo nas rede sociais defendendo-se de acusações de corrupção. Segundo o auditor fiscal Luiz Antônio de Souza, a campanha de Richa em 2014 teria recebido recursos oriundos de um esquema de corrupção e pagamento de propina na Receita Estadual paranaense, desmantelado pela chamada Operação Publicano. Em delação premiada, Souza acusou Richa de ter recebido R$ 2 milhões de origem ilícita para a campanha. Preso desde janeiro, Souza é suspeito de enriquecimento ilícito e de abuso sexual de menores. No vídeo, Richa diz que as acusações ;passaram do limite;. ;Pegaram um criminoso, réu confesso, preso por abuso de menores pra me acusar sem nenhuma prova. Coisa de bandido;, disse o governador, que também lamentou estar sendo vítima de ;ataques de todos os tipos;.

Doações a Renan Filho eram propina, diz Pessoa

O empreiteiro Ricardo Pessoa, dono das empresas Constram e UTC, disse ao Ministério Público Federal que as doações feitas por suas empresas à campanha do atual governador de Alagoas, Renan Filho (PMDB) eram, na realidade, pagamentos de propina com o objetivo de manter seus contratos na Petrobras. As informações são do jornal Folha de S.Paulo. O sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra duas doações da UTC ao diretório estadual do PMDB de Alagoas, de R$ 500 mil cada, em agosto e setembro do ano passadoa. Pessoa é apontado como uma espécie de ;coordenador; do cartel da empreiteiras que se organizavam para fraudar licitações na Petrobras. O presidente do Senado e pai de Renan Filho, Renan Calheiros (PMDB-AL), negou qualquer irregularidade. Renan Filho disse que todas as doações recebidas por ele são legais.

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