ARI CUNHA

ARI CUNHA

Desde 1960 Visto, lido e ouvido aricunha@dabr.com.br com Circe Cunha / circecunha.df@dabr.com.br

postado em 17/05/2015 00:00


Saída Norte
Em boa hora, o GDF, em parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal, anunciou a retomada das obras na saída norte, com a construção de três pontes em substituição à Ponte do Bragueto. As modificações naquele trecho da cidade irão melhorar sensivelmente os problemas diários de engarrafamento e de acidentes, dando maior urbanidade àquela importante porta de entrada para Plano Piloto. Esquecida durante anos, a Ponte do Bragueto, erguida na construção de Brasília, já não oferece mais condições razoáveis de comportar um trânsito diário de mais de 100 mil carros, principalmente, quando se sabe que a construção e o dimensionamento estrutural de carga foram concebidos para suportar um trânsito que se supunha muito menor. Além do mais, é sabido que a sobrecarga da ponte encurta a vida útil. Depois de incontáveis reformas e maquiagens, já está mais do que na hora de encerrar a utilização, antes que algo sinistro ocorra. Com a renovação daquela saída, é preciso que o GDF atente ainda para a necessidade de restauração do antigo espelho d;água sob a ponte, assoreado e destruído pelas obras do Setor Noroeste. Aquele imenso espelho d;água, formado pelas águas do Rio Bananal, pode, sem muito esforço, vir a se transformar em mais um ponto de lazer para a população, apenas restabelecendo e devolvendo-lhe a beleza bucólica do passado.

A frase que não foi pronunciada
"Minha filha, quem não tem problema no trabalho está na praia"
Filósofo de Mondubim explicando como a vida funciona


Higino
; Em nenhuma parte da divulgação da Casa da Moldura se lembraram de informar sobre o segredo do sucesso. Higino França fundou a loja em 1989, renovando o comércio da capital, que ainda não contava com uma loja do ramo. No atendimento, Aline facilita a vida dos clientes criando caminhos para uma solução positiva, e Vanderlei, da unidade no SAAN, completa o atendimento com gentileza e agilidade.


Primeira nota
; Logo na entrada do Paranoá, quase em frente ao Fórum, o Projeto Música e Cidadania atende a meninada entre 7 e 18 anos. Da musicalização às aulas de teoria, o local é bem organizado e recebe, de todo o DF, instrumentos de orquestra como doação. Criada pelo mestro Valdécio Fonseca, a orquestra, que toca o projeto, já se apresentou em várias cidades do DF. Se tiver um instrumento musical em desuso, devolva-lhe à vida. Doe para o Projeto Música e Cidadania. Contato: 3409-5186


Profundo
; Escrito e dirigido por Sadeck Cunha, o Incapaz concorrerá no Festival Internacional de Filmes Curtíssimos. Classificado como ficção, a realidade da mensagem promete se eternizar no pensamento da audiência.


Sem fluxo
; Caos à vista. Parece que a destruição do pinheiral do Paranoá não passou por um estudo de tráfego. A DF- 015, que liga o Paranoá e Itapoã ao Setor de Mansões do Lago Norte, não recebe manutenção há muito tempo. Quatro saídas de carros sem sinalização causam surpresas aos motoristas o todo tempo. Não há semáforo ou um balão para organizar o trânsito. Com a construção do Paranoá Parque, um complexo de moradia do governo federal, o tráfego de veículos aumentará sem encontrar condições de escoamento.


Problema
; Quem passeia a pé pela Ponte JK percebe que alguns dos cabos de aço que faziam a proteção dos transeuntes não estão lá. Com tantas câmeras não deve ser difícil saber a razão do problema. Fácil também é a solução. Falta só a vontade de resolver.


Big Center
; O local está completamente sem segurança. A população de Águas Claras pede mais constância na vigilância da área. Vidros de carros estilhaçados pelo chão são cena comum. Os ladrões roubam tudo o que estiver dentro. Até agora só conselho: ;Tire objetos de valor do veículo;. Segurança, nada.


Pedido de socorro
; Na Estância Mestre D;Armas 3, a Creche do Centro de Ensino Infantil, área especial em frente ao campo de futebol, não tem asfalto, iluminação pública e o mato está muito alto. As mães levam os filhos com muito medo e não têm a quem recorrer.

História de Brasília
Um motorista de caminhão me informou que, quando querem ir de S. Paulo para Curitiba, ou vice-versa, vão pela estrada velha, porque estão proibidos de usar a estrada oficial. (Publicado em 16/8/1961)I


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