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postado em 10/06/2015 00:00
Desgoverno
Brasília passa por um período de desgoverno. Foram quatro anos da gestão Agnelo, que entregou a capital da República aos moradores no caos. Iniciada a administração Rollemberg, nada ou quase nada, mudou, tendo até piorado. A greve de rodoviários, paralisando a urbe, sem nenhum plano governamental para salvaguardar os direitos dos usuários do transporte público. Na saúde pública, surge a superbactéria, ameaçando aumentar ainda mais a calamidade em que se encontra o setor. Segurança pública e educação estão na mesma vala de precariedade. Mais de 600 candidatos da Polícia Civil aprovados e prontos para serem aproveitados pelo defasado quadro de efetivo da instituição esperam nomeação. Quando o governo dará solução efetiva aos problemas de Brasília? Tomara não seja a continuação piorada do antecessor.
; Manoel Soares,
Planaltina


Eleito há quase oito meses governador, o ex-senador Rodrigo Rolemberg vicejou dias melhores até para os mais céticos, sobretudo por ter sido criado desde criança em Brasília. Porém, o que até agora presenciamos e a mídia revela, nos remete a passado nefasto e amargo. Plantar árvores, andar em caminhão de lixo, jogar futebol, tomar cafés da manhã em padarias, dançar nos bailes da melhor idade, andar de bicicleta etc. seriam saudáveis e salutares, não fosse o trauma que se aplicou aos trabalhadores o parcelamento do salário, aos prestadores de serviços (empresários) e as constantes ameaças em tributar os pagadores de IPVA, IPTU etc. A falta de quadros do partido socialista nas estatais, nas secretarias e na Câmara Distrital, não deve desencorajar o governador do projeto que devolve à sociedade as áreas públicas ocupadas por cercas e grades indevidas nos Lagos e nas 700 Sul e Norte.
; Amilton Figueiredo,
Asa Sul


Saúde
Superbactéria, falta de médico, de medicamentos, de leitos, elevador quebrado, filas, emergência sem socorro... O conjunto de problemas no sistema público de saúde é universo em expansão. Entra e sai governo e nada, absolutamente nada é feito para dar dignidade ao atendimento prestado aos usuários dos hospitais e centros de saúde. O Executivo perdeu a vergonha, não se importa com as críticas. Não consegue ter uma gota de humanidade com quem, miseravelmente, depende da rede pública. Em compensação é ávido em cobrar impostos que aviltam o bolso do contribuinte. Quando o cidadão espera retorno do muito que entrega ao Estado, fruto do duro trabalho diário, encontra o descaso e a desumanização dos serviços públicos. O governo de Rodrigo Rollemberg é decepcionante. Há mais de 180 dias sentado no Palácio do Buriti, ele e o desconhecido secretário de Saúde viraram zumbi. Estão nas sombras, sem coragem de encarar a opinião pública, cientes da inércia que os acomete.
; Zulmira Quinté,
Park Way


Tributo ao Boticário
Resumo do seu artigo ; ;Tributo ao Boticário; (7/6) ;, bem definido em seu último parágrafo: ou você é gay, ou vai amargar uma vidinha de comercial de margarina. Interpretação: só encontra a felicidade quem é homossexual. Quem gosta do sexo oposto está fadado ao fracasso afetivo. Com efeito, faça do que é seu o que bem entender, mas, daí a considerar heterossexuais como vidas medíocres, é demais. Faça-me o favor, senhora.
;Dacio Peres de Quinta,
Brasília


Muito obrigado pela luz, inteligência e coragem do texto publicado sobre a publicidade do Boticário. Viva o amor! Fico muito envaidecido e feliz de compartilhar desses tempos tão difíceis com parceiros e guerreiras de sua estirpe!
;Rênio Quintas,
Lago Sul


Cinema brasileiro
No último domingo (7/6), o Correio publicou entrevista com o cineasta e produtor Luiz Carlos Barreto, na qual ele apontava a perda de espaço para o cinema brasileiro: ;Chegamos a ocupar 42% de mercado com filmes nacionais. Hoje, regredimos para 11% do mercado;. Mas encontramos nada menos de 10 filmes brasileiros na página do Roteiro dos filmes em exibição nas salas de Brasília, contra 20, fora três filmes em reprise. Poderia ser melhor, mas nada tão mau assim.
;Roldão Simas Filho,
Octogonal

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