Curtas

Curtas

postado em 30/06/2015 00:00
 (foto: Thierry Monasse/AFP - 18/6/15)
(foto: Thierry Monasse/AFP - 18/6/15)



; ESPIONAGEM
GRAMPO CONTRA
NEGÓCIOS DA
FRANÇA

A Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos praticou espionagem econômica contra a França, grampeando ministros e outros funcionários públicos da área e monitorando as comunicações de centenas de empresas, revelaram ontem o jornal Libération e o site Mediapart, que tiveram acesso a documentos sigilosos vazados pelo Wikileaks. A lista de personalidades espionadas inclui o atual comissário europeu Pierre Moscovici (foto), ministro da Economia de François Hollande entre maio de 2012 e agosto de 2014, e François Baroin, ministro do Orçamento e posteriormente ministro da Fazenda na Presidência de Nicolas Sarkozy entre março de 2010 e maio de 2012. Hollande, Sarkozy e Jacques Chirac, presidente entre 1995 e 2007, também tiveram a privacidade violada. Segundo o Libé, o objetivo da NSA era ;relatar todas as propostas de contrato francesas, as análises de negócios ou qualquer acerto iminente envolvendo vendas ou investimentos internacionais em grandes projetos ou sistemas de interesse significativo;.


; ESTADOS UNIDOS
SUPREMA CORTE
RATIFICA USO DE
INJEÇÃO LETAL

Em mais uma derrota para ativistas que se opõem à pena de morte, a Suprema Corte dos Estados Unidos declarou constitucional o uso da injeção letal como forma de execução. O método foi questionado em diversos casos em que a mediação usada provocou morte lenta e dolorosa a condenados do estado de Oklahoma. O veredito foi definido por uma votação apertada: apenas cinco dos nove magistrados entenderam que a injeção letal não representa ;um risco substancial de sofrimento; quando é aplicada a substância midazolam, um ansiolítico.


; IRÃ
AVANÇO NAS
NEGOCIAÇÕES
NUCLEARES

As modalidades para o acesso da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a instalações nucleares do Irã consideradas suspeitas ; um dos principais impasses na negociação de um acordo entre o país e as potências o grupo P5+1 (formado por Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia, China e Alemanha) foram acertadas ontem, segundo uma fonte citada pela agência de notícias France Presse. ;Definimos um processo que deverá permitir à AIEA ter o acesso de que precisa;, declarou o negociador, acrescentando que o Irã não será obrigado a abrir aos inspetores todas as instalações militares. O prazo fixado inicialmente para a conclusão do acordo expirava hoje, mas no fim de semana as partes anunciaram a decisão de seguir com as conversações, em Viena. Entre os pontos em aberto, resta a definição de um cronograma para a suspensão das sanções impostas a Teerã.

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