Carreiras paralelas

Carreiras paralelas

postado em 30/06/2015 00:00
 (foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press - 28/3/12)
(foto: Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press - 28/3/12)


Pelo sonho olímpico, a americana Isadora Cerullo, filha de brasileiros, deixou a terra do Tio Sam para trás. Formada em biologia e pesquisadora da Universidade da Pennsylvania, ela estava prestes a ser aceita no curso de medicina quando foi alertada para uma chance de defender a Seleção Brasileira de rúgbi nos Jogos Olímpicos. Amante do esporte e atleta pela universidade, ela se encheu de dúvidas sobre o futuro.

;Não foi uma decisão fácil para mim. Nunca tinha pensado em ser atleta olímpica e estava contente com meu caminho: ia fazer medicina e assistir às Olimpíadas pela tevê;, recorda. Por quatro meses, pensou no que faria e acabou entrando em contato com a Confederação Brasileira de Rúgbi (CBRu). Agora, é uma das principais competidoras da Seleção e, por enquanto, não pensa em voltar para os EUA.

As gêmeas Bia e Bianca, do nado sincronizado, são outras que largaram uma carreira paralela pelo sonho de uma Olimpíada. Até fevereiro, faziam parte da equipe de reportagem do Vídeo Show, programa da Rede Globo. Agora, se concentram nos treinos.

A mesma coisa tem feito a jogadora de vôlei Mari Paraíba. Ela havia largado a carreira para virar modelo. Agora, fez o caminho inverso: trocou as passarelas pela quadra. ;Não me acostumei com a vida normal, sem treinamentos diários, e quis voltar. Era difícil ver minhas amigas pensando em Olimpíadas e eu fora desse mundo;, diz. ;Primeiro, tentei o vôlei de praia, e agora estou de volta à quadra, trabalhando por esse sonho;, resume a atleta, que posou para a revista Playboy em 2012 e pouco depois se aposentou do vôlei para seguir a carreira de modelo. Atualmente na equipe do Minas Tênis Clube, ela não descarta voltar a ser modelo após os Jogos.

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