Veteranos também adiam planos

Veteranos também adiam planos

postado em 30/06/2015 00:00
 (foto: Thom Touw/Divulgação - 7/5/14)
(foto: Thom Touw/Divulgação - 7/5/14)


O fato de a próxima edição dos Jogos Olímpicos ser no Brasil também mexeu com a cabeça de muitos veteranos, que teriam se aposentado em Londres-2012 caso não fosse seu país natal a sede do evento em 2016. Emanuel (vôlei de praia), Robert Scheidt (vela), Daniele Hypolito (ginástica) e Rodrigo Pessoa (hipismo), por exemplo, já são atletas com muitas Olimpíadas nos currículos, mas não querem perder a oportunidade de competir em casa.

;É sonho de qualquer atleta: competir e ganhar diante de sua torcida. Com certeza, vale a pena adiar a aposentadoria e outros planos mais um pouquinho para sentir esse gostinho;, disse Emanuel, em entrevista coletiva após a etapa de Moscou do Circuito Mundial de vôlei de praia, no mês passado. Aos 42 anos, ele vai para a sexta Olimpíada. Depois, quer um tempo longe da areia para se concentrar na família.

Maior medalhista olímpico do Brasil, com dois ouros, duas pratas e um bronze, Robert Scheidt, 42 anos, também faz planos. Volta e meia, fala em tocar projetos sociais para ajudar jovens carentes a conhecer o esporte olímpico. Apesar disso, afirma que só se aposentará porque a classe star ; para dois velejadores ; não é mais categoria olímpica. Atualmente, ele está na laser (para um só competidor), que exige muito esforço.

Outro campeão olímpico a decidir prolongar a carreira e que pode dedicar sua vida pós-esporte a projetos sociais é Rodrigo Pessoa, do hipismo. Ele pretende tirar um ano sabático após as Olimpíadas e dar mais atenção à família. Depois, porém, não descarta trabalhar nos bastidores da modalidade.

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