Sr. Redator

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postado em 03/09/2015 00:00


Contas públicas

Pelo orçamento apresentado pelo governo, ele não fará nenhum esforço para economizar o dinheiro arrecadado. Nada de cortes, mantendo os ministérios, os cargos comissionados, só contando com aumento de arrecadação. Se o governo quiser uma sugestão, poderá reduzir pela metade o salário dos comissionados e as verbas de representação dos deputados e senadores. Acabar com todas as benesses de cargos públicos, eliminando veículos oficiais, verbas de aluguel, passagens etc., em todos os níveis de governo. E mais: proibir que os aumentos dos salários sejam feitos por eles mesmos, mas estabelecidos por comissão e com base na situação econômica, com a participação de elementos da sociedade.
; Edison Sadao Ito,
Asa Norte

Isoporzinho

O Isoporzinho na Orla, promovido pela ala jovem do PSB, é a metáfora da pobreza política no Distrito Federal. Gostaria de ver esses jovens socialistas fazendo incursões no Sol Nascente e adjacências em prol da melhoria da qualidade de vida da população mais carente, desprovida de serviços públicos, sem trabalho, sem teto, sem amparo social. No meu tempo de jovem, a luta era outra. Hoje a luta política transfigurou-se em beber cerveja na beira do Lago Paranoá, antes que ele acabe, como já acabou entre a QL 2 e a QL 6. Pobre política brasiliense, pobre jovens à espreita de alguma oportunidade para fazer o que a maioria dos políticos locais sempre fazem, ou seja, nada, desde que bem remunerados pelos impostos de quem produz. Eles levam o nada tão a sério que foram nadar na orla desocupada, como se aquele gesto fora vingança social. Sou a favor da derrubada de toda e qualquer ocupação ilegal, mas o isoporzinho dos socialistas de Brasília não passa de uma bobagem da classe média local. Os pobres continuam lá no Sol Nascente, na Estrutural etc. que essa juventude desconhece. Convido-os para um isoporzinho mensal em cada uma das regiões do DF onde nem o voto respeita a dignidade do cidadão.
; Roberto Nogueira Ferreira,
Lago Sul

Reizinho

Conforme informação da coluna Eixo Capital do CB (1;/9), o ;Reizinho do Distrito Federal;, não satisfeito com sua péssima administração local, faz valer a máxima: para meus amigos tudo, ao demais os rigores da lei. Preocupado com o desemprego nacional (deve ser isso, só pode ser), tratou logo de arrumar uma boquinha para o indicado daquele senhor, lá do bairro do Leblon, morador da cidade do Rio de Janeiro. Nada mal, heim, companheiro? Sair da Secretaria de Fazenda para ser consultor do BRB. Impressionante que, na página ao lado, o banco mostra o excelente desempenho no primeiro semestre de 2015. Será que precisamos mesmo contratar mais esse consultor para dar continuidade aos ótimos desempenhos consecutivos do BRB há vários anos?
; Mario Cezar Júnior,
Guará 2

Orla do Paranoá

Acompanho, diariamente, pelo Correio Braziliense, a desocupação da Orla do Lago Paranoá. Parece-me oportuno observar acerca do acordo espúrio para que as residências oficiais do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, sedes de embaixadas e residências dos ministros da Fazenda e da Marinha não sejam desocupadas, na sequência das providências que o GDF, com enorme e escandaloso atraso, vem tomando, em cumprimento de decisão judicial. Para que não fique registrado como sendo atitude costumeira, o que estão fazendo esses honoráveis cidadãos, permito-me testemunhar que dois brasileiros, em momento semelhante, quando o GDF, na gestão do governador José Aparecido, determinou a desocupação dos terrenos invadidos na mesma famosa QL-12, e o então secretário de Obras, engenheiro Carlos Magalhães, iniciava as providências de desocupação, o então presidente do Senado, senador José Fragelli, me autorizou, na qualidade de diretor-geral, de imediato, recuar a cerca que o Senado, em gestões anteriores, havia fixado, indevidamente. O então presidente da Câmara dos Deputados e saudoso estadista deputado Ulysses Guimarães, imediatamente, determinou que se fizesse o mesmo em relação à casa oficial que ocupava. Trinta anos depois, quando se esperava que o Brasil tivesse tido progresso nas relações institucionais, as notícias que o CB divulga apenas confirmam, infelizmente, que estamos vivendo um longo e interminável ciclo caranguejeiro, ou seja, um ano para a frente, 30 anos para trás. Que lástima!
; Lourival Zagonel,
Brasília

; Em termos, concordo com a crítica de uma leitora sobre a liberação da orla do Lago Paranoá se o governo não cumprir a palavra de estabelecer eficiente programa de recuperação e preservação das áreas liberadas. Além do mais, se os ocupantes irregulares tiveram condições durante longos anos de zelar pela conservação dos logradouros invadidos, em benefício próprio, nada impede que continuem a fazê-lo em proveito da comunidade ajudando o governo a resolver o problema e dando, até, exemplo de cumprimento da lei, que é feita para todos.
; Elizio Nilo Caliman,
Lago Norte


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