Impasse nas negociações

Impasse nas negociações

postado em 03/09/2015 00:00
 (foto: Gustavo Moreno/CB/D.A Press)
(foto: Gustavo Moreno/CB/D.A Press)

Dificuldades para registrar ocorrência, delegacias paradas e piquetes montados em frente a algumas unidades marcaram o segundo dia da greve da Polícia Civil do Distrito Federal, iniciada às 8h da última terça-feira. A categoria reivindica que o governo mantenha a isonomia salarial entre as polícias Civil e Federal, além de cobrar a convocação dos aprovados no último concurso, com o argumento de que o atual efetivo seria insuficiente. Desde o início da paralisação, as negociações encontram-se em impasse e foram feitos poucos avanços. Ontem, a Procuradoria-Geral do DF entrou na Justiça pedindo a ilegalidade do movimento.

O funcionário público Lucas Pereira da Silva, 32 anos, morador de Planaltina, compareceu à 6; Delegacia de Polícia (Paranoá) (foto), na manhã de ontem. ;Trabalho no Hospital Regional do Paranoá e fui ameaçado por um paciente, que estava irritado por não ter conseguido horário;, relata. Ao chegar à unidade policial, no entanto, Lucas se deparou com alguns agentes sentados embaixo de uma tenda, em frente ao prédio. O grupo informou que a delegacia receberia apenas flagrantes ou casos graves. ;Orientaram-me a registrar a ocorrência pela internet. Ainda que atrapalhe, sou a favor da greve. Há poucos policiais, e a população só cresce;, ponderou o servidor.



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