Sr. Redator

Sr. Redator

Cartas ao Sr. Redator devem ter no máximo 10 linhas e incluir nome e endereço completo, fotocópia de identidade e telefone para contato. E-mail: sredat.df@dabr.com.br

postado em 17/09/2015 00:00

Sem miopia

Dias dificeis, preocupação com o futuro e uma luz no fim do túnel: são esses os temas e assuntos em rodas de conversas, sejam familiares no trabalho, sejam na fila de banco. Pagamos impostos, quer tenhamos votado corretamente, quer porque não compactuamos com a corrupção e roubalheira, quer por discordar com a fala do ministro da Fazenda, que nos chama de míopes. Não somos culpados pelo desgoverno que ocorre desde 2003, quando se inventou um país maravilha que só existiu no papel. A Operação Lava-Jato, comandada pelo Ministério Publico, coloca às claras a patifaria e a desonestidade praticada por governantes e políticos. Agora, querem jogar nas costas do povo o ônus da má administração, com aumento de impostos e cortes de serviços essenciais. Essa é a realidade de uma nação que foi entregue a pessoas despreparadas, que vendiam sonhos como os mascates de porta em porta, mas que nos trouxeram tempestade que vai se tornando um furacão. Não somos míopes nem cegos. A nação está acordando.
; Edilio Carlos de Camargo,
Núcleo Bandeirante

Mais do mesmo

Quando achamos que nada pode ser pior, aparece o GDF para aumentar impostos como quem bebe água para não desidratar. Porém esquece o governador que isso o colocará o governo na história como mais um a fazer o mais do mesmo ; punir o trabalhador que já paga um absurdo para trabalhar. Se o senador Reguffe já criticava essa postura, quiçá agora, que está feita e com data marcada. Rollemberg poderia ser o diferente, propor o diferente, o novo e o mais justo. Nós andamos de ônibus a R$ 4 e as autoridades do governo, em carro oficial com motorista pago pelos nossos impostos.
; Rodrigo de Sousa Leitão,
Sobradinho

Crise

Não é aumentando carga tributária, energia, água e combustível que o governo vai tirar o Brasil do atoleiro. É preciso diminuir o número de ministérios, que são cabides de emprego, convocar os grandes empresários para que eles orientem a economia. Assim, será possível tirar o Brasil sair desse grande atoleiro.
; Ariovaldo Ferreira,
Núcleo Bandeirante

Professores

O governador Rollemberg vai retirar todos os direitos dos servidores e, principalmente, dos professores. Direitos duramente conquistados durante anos de lutas. O ônus das opções erradas é sempre pago pelos servidores comuns. Ninguém mexe com o Judiciário nem com o Legislativo. Por que não cortam as verbas de gabinete e os inúmeros auxílios, carrões oficiais e outros benefícios. Entretanto, foram retirados praticamente todos os direitos dos professores. Tudo isso na Pátria Educadora. Rasguem a Constituição, pois as leis só favorecem os poderosos, os que legislam em causa própria.
; Washington Luiz Souza Costa,
Samambaia

Ajuste fiscal

No artigo ;O ajuste fiscal do estado elefante;, o autor resume com todas as letras a situação econômica e política do país e dá a receita completa para o Brasil se safar da crise e retomar a ordem e o progresso. Não é nada de mágico nem de extraordinário, é a mesma ação que um chefe de família responsável tomaria. Deixa no ar, no entanto, se a nação brasileira teria chefe para a grande família com atitude para tal. Sabemos que não tem, nem se vislumbra quem quer que seja para uma coalisão nacional. Também não haverá um novo Tiradentes para se imolar em prol de todos. Que saída temos? A única que vislumbro é a de um governo cada vez menor, que incentive cada cidadão a se autogovernar. Mas teremos bagagem cultural e disposição para isso?
; Humberto Pellizzaro,
Asa Norte


Tags

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação