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postado em 13/11/2015 00:00

Palpite infeliz

O enredo da crônica ;Palpite infeliz; (12/11, pág. 29) mostra o quanto a Câmara Legislativa, ou a maioria dos pares ali com assento pela falta de sabedoria dos eleitores, nada tem a ver com a cidade. Apesar de investidas no cargo de legisladores, os distritais não sabem lé com cré do DF. A proposta do líder do governo de vender o terreno da Aruc é mais uma para a coleção de pataquadas da produção legislativa local. A Aruc não é só patrimônio cultural imaterial de Brasília, está na galeria do patrimônio da alma dos brasilienses que aqui chegaram antes da inauguração da capital federal, como eu. A belíssima crônica recupera a história da Aruc, elenca os imortais do samba brasileiro e, por fim, dá uma aula aos nobres parlamentares, que se portam como alienígenas frente às demandas da cidade.
; Maria Rita Alves,
Cruzeiro

Invasão?


Ao ir para o Varjão, utilizando a última entrada, constatei que, logo após o pardal à direita, foi erguido, há poucos dias, um imóvel que, conforme está escrito, diz tratar-se de Restaurante e Pizzaria do Nonno. Ele ocupa uma extensa área verde e, salvo engano, creio que se trata de invasão de área pública. Gostaria de saber se, caso a suspeita se confirme ; grilagem de terras em área pública ;, a Agefis irá promover a derrubada ou apenas vai multar e embargar o local, providência que tem se mostrado inútil.
; Joanir Serafim Weirich,
Asa Sul

Saúde


Nem diplomacia médica nem conspiração classista poderiam ter desencadeado tal desrespeito com a saúde da população, seja por crise de gestão no plano financeiro. Somos afastados dos planos de saúde em função dos custos que se elevam acima das possibilidades de todos, exceto os ricos e os que têm bons planos. O problema da desumanização no tratamento médico é preocupante. Temos que encarar como necessidade prioritária da saúde nacional, e que os profissionais da medicina, em todos os níveis, proporcionem tratamento de modo humanístico. Pressuposições do velho paradigma da medicina: ênfase na eficiência. No novo paradigma da saúde: ênfase nos valores humanos.
; Renato Mendes Prestes,
Águas Claras

Caixeiro-viajante


Hafid, ;o maior vendedor do mundo;, poderá perder a sua posição de destaque. Um brasileiro, caso seja comprovada a veracidade dos 37 carimbos em seus passaportes, entrando em países do continente africano para vender produtos alimentares, com destaque para carne enlatada, colocará o guardador de camelos que se tornou o maior vendedor do mundo na segunda posição. Hafid ficou rico e, vendo que não precisava de toda aquela riqueza, doou parte aos pobres. O nosso compatriota poderá ficar na história como o mais bem-sucedido caixeiro-viajante do mundo. Vendeu carne pra dedéu. Abarrotou de dólares os bancos suíços. Quanto aos pobres do Brasil, não sei se o nosso irmão se lembrará deles. Eu só queria saber o que os africanos fizeram com as montanhas de latas vazias.
; Jeovah Ferreira,
Taquari

Laranja


Na entrevista do deputado Eduardo Cunha, levada ao ar pela TV Globo, ficou provado que a política é a arte de enganar os trouxas. Num longo e enfadonho relato, em que ficou evidente que o entrevistado respondia a perguntas previamente escolhidas por ele, o deputado inventou a figura do laranja de si próprio. Como pode alguém ser beneficiário dos lucros de aplicação financeira sem ser dono do capital aplicado? Ou o deputado acha que o brasileiro acredita que o dono do dinheiro é o Papai Noel, ou é completo imbecil.
; Paulo Molina Prates,
Asa Norte


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