Direto do sul do país

Direto do sul do país

postado em 13/11/2015 00:00
 (foto: Andre Violatti/Esp. CB/D.A Press)
(foto: Andre Violatti/Esp. CB/D.A Press)



Parte essencial da história gastronômica do Rio Grande do Sul, o arroz carreteiro é um dos quitutes típicos à disposição no menu do Toro, restaurante especializado em parrilla que mescla a cultura gaúcha a argentina e a uruguaia.

No estabelecimento, o arroz típico sulista feito com bacon e carne de sol (ou de charque, como alguns preferem chamá-lo) mais cebola e alho é ofertado como guarnição com dois valores diferentes: R$ 19 (médio, para duas pessoas) ou R$ 22 (grande, para três pessoas).

O chef Alexsandro Panta finaliza o preparo colocando um ovo frito na hora de ir à mesa, que melhora a aparência de qualquer receita.

;O ideal é que o carreteiro seja preparado em panela de ferro fundido;, opina. Segundo ele, o carreteiro fica pronto em 20 minutos. Bem diferente da elaboração da costela bovina assada na parrilla (R$ 98), corte que recomenda para acompanhar o arroz.

Para que o 1kg de carne cozinhe por igual e sem perder a maciez, ela é assada em fogo lento e envolta em papel-alumínio por cerca de cinco horas. Só depois, na hora de servir, a carne é grelhada, já com fogo mais quente.

Receita
Arroz carreteiro ; Serve até três pessoas


Ingredientes
200g de arroz cozido
100g de carne de sol
50g de bacon
Meia cebola picada
Meio maço de cebolinha picada
3 dentes de alho amassados
1 colher (sopa) de corante
2 ovos

Modo de preparo
Em uma frigideira, coloque o bacon e deixe fritar. Depois, acrescente a carne de sol e frite até dourar. Coloque a cebola e o alho e também espere dourar bem. Insira o arroz cozido e misture aos ingredientes. Dissolva o corante em meio copo d;água e adicione aos poucos na panela. Para finalizar, ponha a cebolinha e disponha em uma travessa média. Frite os ovos e coloque por cima do arroz.

Brasil no prato
um é feito com arroz, feijão-de-corda, queijo de coalho, verdura e ervas; e foi eternizado em canção de Luis Gonzaga. O outro não tem nada mais que arroz e galinha caipira, e também foi imortalizado nas vozes de Chitãozinho e Xororó. O suficiente para atrair toda uma geração de sertanejos.

Em comum, baião-de-dois e galinhada carregam as raízes do interior do país e são feitos em panela de ferro ou de alumínio, as mais comuns no país.

No Panelinhas do Brasil, franquia genuinamente brasiliense, as duas receitas se encontram em cardápio voltado à comida caseira.

Por lá, o baião é acrescido de bacon e carne de sol. Alegre como a música homônima de Gonzaga, para não ficar seca demais, a receita é regada com manteiga de garrafa. Chamado de Baião D+, sai por 17,40. Já a galinhada recebeu o nome de Miokitem (R$ 18,40) e tem perfume goiano com um ingrediente no estilo ame ou odeie: o pequi. Os dois chegam em charmosas panelinhas de ferro, reforçando o conceito sobre como são preparados.

No forno brasileiro
o divino fogão é uma rede com diversas lojas por todo o Brasil. Em Brasília, aparece em alguns shoppings da cidade como uma alternativa de refeição com gostinho caseiro.

;Nossa comida é feita com base nas receitas da fazenda. Se fizermos um purê, por exemplo, ele será o mais próximo possível do preparo que é feito em casa;, comenta o proprietário de algumas franquias da capital Celso Barbugiani.

Entre os pratos servidos na casa, o arroz de forno é uma opção feita apenas em um recipiente. O preparo leva camarão, arroz, molho de tomate, ervilha e queijo.

;É um prato muito bem-aceito na cidade;, comenta Barbugiani. Segundo ele, a franquia se adapta ao público. ;Temos feijoada às quartas e aos sábados, mas em Brasília tivemos que fazê-la na sexta, por uma demanda da cidade;, comenta.

Além do arroz de forno, há mais opções no menu, como a galinhada e o frango com molho de café.


ONDE COMER
Chão de Estrelas

(302 Norte, Bl. D, lj. 3; 3045-0807), aberto de segunda a sexta, das 11h às 15h, e das 18h à 0h; sábado e domingo, das 11h às 16h, e das 18h à 0h.

Divino Fogão
(SAI/SO, Área 6580, lj. 246 M, ParkShopping; 3233-5782), aberto de segunda a sábado, das 11h às 22h; e domingo, das 11h às 21h.

La Tambouille
(SAI/SO, Área 6580, lj. 249 R, ParkShopping; 3047-5925), aberto de segunda a sábado, das 12h às 15h, e das 19h às 23h; e domingo, das 12h às 18h.

Let;s Wok
(Boulevard Shopping, lj. T 108, Asa Norte; 3033-4509), aberto de segunda a sábado, das 10h às 22h; e domingo, das 12h às 22h.

Le Sorelle
(CLSW 304, Bl. C, lj. 44; 3041-4751), aberto de segunda a sábado, das 8h às 20h.

Long
(404 Sul, Bl. D, lj. 17; 3224-2479), aberto segunda, das 11h às 15h, de terça a sexta, das 11h às 15h, e das 19h às 23h; sábado e domingo, das 11h às 16h, e das 19h às 22h.

Oliver
(SCE Sul, Tr. 2, Conj. 2, Parte B, Clube de Golfe; 3323-5961), aberto de segunda a quinta, das 12h às 17h, e das 19h à 0h; sexta, das 12h às 17h, e das 19h à 1h; sábado, das 12h à 1h; e domingo,
das 12h às 17h.

Panelinhas do Brasil
(CLSW 103, Bl. C, lj. 38, Sudoeste; telefone 3032-1785), aberto diariamente, das 11h às 23h.

Toro
(104 Sul, Bl. C, lj. 29; 3225-0494), aberto de segunda a quinta, das 12h às 15h, e das 19h à 0h, sexta e sábado, das 12h às 16h, e das 19h à 0h; e domingo, das 12h às 17h.



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