>> Sr. Redator

>> Sr. Redator

postado em 02/12/2015 00:00
Operação Zebra
Sou jogador compulsivo de loterias da Caixa, ou seja, todas as semanas faço uma fezinha. Os anos passam e os jogadores se perguntam vez por outra: por que o dinheiro que o jogador não pega porque não foi receber ou perdeu o bilhete não vai para construção de escolas, hospitais e outros? Por que, vez por outra, ao acumular valores de concursos da Mega-Sena, como foi o caso dos R$ 205 milhões da semana passada, informa-se que: ;A Mega-Sena acumulou novamente; e, no dia seguinte, a Caixa anuncia um ganhador? Já que o país está sendo passado a limpo com a roubalheira no governo, por que o Ministério Público e a Polícia Federal (nossos únicos, ainda, credores) não se engajam numa operação para desvendar se esse último valor foi pago e para quem ou não (estranhíssimo)? Sugiro o nome para a operação: Operação Zebra.
; José Monte Aragão,
Sobradinho

Renúncias
Frente à crise política, moral, ética, econômica e financeira para a qual o governo do PT e partidos aliados levaram o Brasil, urge que entidades como a CNBB, OAB, Une, ABI etc. se unam ao povo na retomada de um país livre das mazelas da corrupção. Diante de tal gravidade, cabe à presidente Dilma, num gesto de estadista, renunciar ao mandato, em razão da alta impopularidade, descrédito e patente incapacidade de reverter o caos instalado. Porém, se nada disso ocorrer, cabe aos congressistas promoveram renúncia coletiva, convocando novas eleições para presidente, senador, deputado federal, governador, deputado estadual, prefeito e vereadores, evitando ,assim, o nivelamento do Brasil à depauperada Venezuela.
; Amilton Figueiredo,
Asa Sul

Impeachment

Conforme noticiado pelo Correio, a comissão da OAB que analisou a posição da entidade em relação ao impeachment proporá que a medida não seja endossada pela Ordem. Justifica que o parecer técnico do TCU sobre as pedaladas deve ter julgamento político pelo Congresso para ter validade. Ou seja, a verdade dos fatos só se tornará ponderável , se passar pelos conchavos políticos nos quais se faz o diabo. A maioria da comissão aceita a ideia de que, como foram feitas no mandato anterior, as pedaladas estão livres de consequência no atual mandato, como se não houvesse continuidade de ações em ambos os termos presidenciais. Adere, assim, à tese de que, no primeiro mandato, é permitido todo tipo de irregularidades para conseguir o segundo, no qual o titular assume com ficha limpa. Equivale à prévia sentença de absolvição. Se a OAB aceitar essa proposta, ficará do lado dos crimes contra a democracia.
; Roberto Doglia Azambuja,
Asa Sul

Revolta
Todos os dias, ao abrir as páginas dos jornais, sinto revolta, constrangimento e vergonha diante das notícias políticas. Fico imaginando o que devem pensar os políticos ao se olharem no espelho na hora de se barbearem: ;Você é o cara, enriqueceu às custas do erário público e não deve nada ao eleitor que o elegeu, pois já pagou o voto recebido com o pagamento de uma dentadura, a despesa de um funeral ou com a dádiva de um milheiro de tijolos;. Ou será que fica simesmando: ;Eu sou o maior crápula da paróquia e dane-se o povo?; Provavelmente ele ficará pensando que é o ;rei da cocada; e que o eleitor que o elegeu não está nem aí para as suas falcatruas, e o reelegerá como fez com aquele deputado estadual que foi promovido a deputado federal após o seu assessor ser flagrado com 100 mil dólares na cueca.
; Paulo Molina Prates,
Asa Norte

Poluição moral

Ao ir a Paris para dar palpites sobre a controle da poluição atmosférica mundial, assunto sobre o qual pouco entende, com propostas que se prenunciam inócuas a médio prazo, a presidente Dilma finge não enxergar que no Brasil existe outro mal maior: a poluição moral nas instituições governamentais, que não pode ser demandada para 2025 sob a ameaça de riscar o Brasil do mapa das nações civilizadas.
; Elizio Nilo Caliman,
Lagro Norte

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