Curtas

Curtas

postado em 02/12/2015 00:00
 (foto: Ian Langsdon/AFP)
(foto: Ian Langsdon/AFP)

; França
Popularidade de Hollande vai a 50%

A cinco dias do primeiro turno das eleições regionais de domingo, e ainda sob o impacto dos atentados do último dia 13 em Paris, a taxa de aprovação do presidente da França, François Hollande (foto), chegou a 50% ; o melhor resultado desde que o socialista chegou ao Palácio do Eliseu, em 2012. O dado, captado pelo instituto Ifop, representa um ganho de 22 pontos sobre o mês anterior e, pela primeira vez em três anos, indica que há mais franceses satisfeitos com o presidente do que os que desaprovam o governo (49%). Hollande já tinha registrado uma alta semelhante, de 21 pontos, em janeiro, depois do ataque de terroristas à redação do semanário satírico Charlie Hebdo.


; África
Assassinato após a partida de Francisco

Homens armados mataram ontem um jovem muçulmano em um subúrbio islâmico de Bangui, capital de República Centro-Africana, um dia depois de o papa Francisco ter visitado a cidade com uma mensagem de paz para o país, devastado pela violência intercomunitárias. ;Nosso irmão estava em frente à mesquita Ibni Qatab quando os bandidos dispararam e o mataram;, disse à agência de notícias France-Presse o presidente do grupo de comerciantes do bairro, Issuf Djibril. O corpo da vítima, que tinha 35 anos, foi levado à mesquita Ali Babolo e coberto com um lençol branco. O arcebispo de Bangui, Dieudonné Nzapalainga, que chegara a festejar o clima pacífico durante a estada de Francisco, pediu que a população ;não ceda às provocações dos inimigos da paz;.


; Colômbia
proposta das farc rejeitada

O governo do presidente Juan Manuel Santos rejeitou ontem a proposta das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) para que sejam estabelecidas no país zonas desmilitarizadas para a concentração dos guerrilheiros, como parte do processo de desmobilização. ;Não estamos no processo (de paz) para dividir o país, nem para fazer entrega de territórios ingovernáveis;, afirmou o general reformado Jorge Enrique Mora, membro da equipe de negociadores do governo, antes de iniciar uma nova rodada de conversações com os rebeldes, em Havana. As Farc sustentam que os ;territórios especiais de paz; serviriam para garantir a segurança dos guerrilheiros no momento de se desarmarem e permitir a indenização das vítimas do conflito armado, iniciado há mais de meio século.

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