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postado em 18/12/2015 00:00

Impeachment
Chamar as ações para o impedimento da presidente de golpe não corresponde à realidade dos fatos. A presidente foi a responsável pela compra de Passadena. Nada que possa dizer a exime dessa responsabilidade. As suas duas campanhas eleitorais foram financiadas com pixulecos e foram exemplos de falta de ética na política brasileira. O fato de ter mascarado e modificado os dados estatísticos da economia, por si só, é motivo para seu afastamento. O fato de ter produzido as pedaladas fiscais, contrariando a Lei de Responsabilidade Fiscal, também é motivo bastante para ser pedido seu afastamento. Ainda mais com a comprovação por documentos, que os técnicos do setor econômico produziram em relatório, em 2013, alertando para esse crime de responsabilidade. O governo Dilma tenta justificar o crime pela popularidade conseguida com base na mentira. A persistência dos fatos volta a sufocar o governo: sua aprovação nas urnas, conseguida com base na mentira e na difamação dos adversários, está reduzida a menos de 10% da população. O impeachment não é golpe. É ação prevista na Constituição e se baseia em fatos.
; Marcelo Hecksher,
Grande Colorado

Velho Chico

Há muito tempo, manifesto-me, neste espaço, sobre a roubalheira na obra da Transposição do Rio São Francisco. Pois bem, agora, deflagrou-se operação para prender os ratos ribeirinhos do Velho Chico. A sangria financeira naquela obra é uma chaga. Órgãos, como o Departamento Nacional de Obras contra as Secas (Dnocs) são verdadeiros antros de gatunagem explícita e recorrente. Espero que a presidente Dilma, em vez de falar de marolinha, fertilidade e mandioca, mande investigar toda a roubalheira desenfreada naquela obra para o bem do Nordeste e do país.
; José Monte Aragão,
Sobradinho

Vinho
Suspeito de provável sobriedade do senador José Serra com relação ao vinho, certamente não com relação às palavras. A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, ao dar refrescante banho de inebriante despertador de segredos no desafeto, terá tido subliminar intenção de provocá-lo a dar continuidade a recorrentes piadas, confirmando o milenar aforismo latino ;In vino veritas;, agora administrado sob nova receita.
; Elizio Nilo Caliman,
Lago Norte

Ficha limpa

Para ser juiz, o cidadão tem que ter notável saber jurídico, reputação ilibada, alguns anos de advocacia ou prática forense. Para ser funcionário público, via de concurso, a pessoa mesmo mostrando conhecimento deve ter a ficha limpa ; se estiver respondendo processo não toma posse. Por que para ser deputado, legislador, fiscal dos atos do Executivo pode ser qualquer um? Criminoso, vários processos a responder, desonesto, covarde e com muito dinheiro. Que igualdade é essa? Por que não reputação ilibada, formação superior para deputados, senadores, ministros, presidente da República? Fosse assim não estaríamos vivendo o atual momento.
; Anísio Teodoro,
Asa Norte

Manifestações

Disse Roberto Campos que ;O PT é o partido de intelectuais que leem, mas não trabalham, de trabalhadores que trabalham, mas não leem, e de líderes sindicais que não fazem nem uma coisa nem outra;. Está explicado, assim, o fato de a Central Única dos Trabalhadores só marcar suas manifestações em dias da semana, enquanto aqueles que realmente trabalham e são chamados de coxinhas fazem as suas aos domingos.
; Marcus A. Minervino,
Lago Sul

Mar revolto
A cúpula do governo de Dilma Rousseff está feliz em virtude dos protestos pelo impeachment em 13 de dezembro ter levado menos gente às ruas. O não comparecimento de grande parte da população no ato antigoverno não significa que o mar revolto vem se acalmando. O grande desejo da maioria da população brasileira continua sendo ver esse governo pelas costas. Milhares de brasileiros não foram gritar ;fora Dilma e fora PT; porque a vida está tão difícil que tem gente lambendo o prato e o talher após a refeição para economizar água e sabão. O governo pode estar certo que faltou o dinheiro da passagem para aqueles que desejavam estar no evento gritando para que o Brasil seja liberto das garras dos falcões. As manifestações pró-Dilma terão mais gente. Dinheiro para passagens e lanches não vai faltar. Desanimar, nunca!
; Jeovah Ferreira,
Taquari

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