Na mira da Justiça aqui (e lá fora)

Na mira da Justiça aqui (e lá fora)

Neymar é intimado a depor na Espanha; Fifa dá "chute no traseiro"de Jérôme Valcke; CBB é alvo da CGU; e dirigente ameaçado de ser banido do futebol diz, agora, que mentiu ao dizer que comprou árbitro

postado em 14/01/2016 00:00

A faxina que tenta limpar o esporte no Brasil e no mundo continua tentando varrer para longe de cada modalidade a sujeira que tem manchado modalidades, como. por exemplo, o futebol e o basquete.

Ontem, mais um vento passou pelos quatro cantos do planeta colocando atletas e dirigentes que se consideram ; ou consideravam ; acima do bem e do mal até pouco tempo contra a parede.

Na Espanha, o atacante Neymar, eleito na segunda-feira o terceiro melhor jogador do mundo, vai ter de explicar tim tim por tim tim a polêmica transação para o Barcelona. Vendido em 2013 para o clube catalão, o jogador pode até ser preso se não convencer as autoridades da Espanha. Seu Neymar, pai do camisa 11 da equipe catalã, também terá de enfrentar o juiz no tribunal a fim de evitar penas pesadas contra ele e o seu filho. Ontem, o craque nem sequer entrou em campo na vitória do Barcelona sobre o Espanyol, pela Copa do Rei. Oficialmente, Luis Enrique teria poupado um dos pupilos.

Organizador da Copa do Mundo no Brasil em 2014, o francês Jérôme Valcke foi oficialmente afastado do cargo de secretário-geral da Fifa. O Comitê de Ética da entidade máxima do futebol não tolerou as denúncias de corrupção durante o Mundial. Um dos problemas foi um esquema de venda de ingressos na Copa.

A faxina geral também ameaça o Cruzeiro. Depois de soltar o verbo em uma entrevista e admitir que já comprou árbitros no passado para beneficiar o time mineiro, o dirigente Benecy Queiroz disse ontem que é tudo mentira. Provavelmente, para evitar ser banido do esporte pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

A pouco mais de 200 dias do início dos Jogos Olímpicos do Rio-2016, a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) também está sendo passada no pente-fino. O presidente Carlos Nunes ; e até a esposa dele são citados em um relatório da Controladoria Geral da União (CGU).

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