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postado em 24/02/2016 00:00

Gol de placa
A vitória do Flamengo sobre o Fluminense, no domingo, no Mané Garrincha, colheu um memorável gol de placa. Destemida e vibrante cidadã torcedora valorizou o custo dos ingressos com um justo e oportuno ;Fora Dilma;. Clamor contido na alma de todo cidadão brasileiro, minimamente informado. Só os bisonhos representantes do povo no Congresso Nacional e no perdido Executivo; não querem ver nem agir para tal. A paralização do jogo e a cena de caçar a autêntica representante do nosso espoliado povo foi um belo show de reportagem cidadã. Parabéns à jovem torcedora, ao Correio Braziliense e à mídia que divulgou a cena patriótica.
; Carlos Oscar C. F.,
Sudoeste

Fla x Flu
Paga-se caríssimo por um ingresso para assistir a um jogo no Estádio Mané Garrincha, mas o respeito ao torcedor vale nada. Cadeiras imundas, cobertas de poeira, banheiros sujos, instalações dando sinais de desgaste por falta de manutenção, dificuldade para entrar e sair do estádio e exploração do torcedor que é proibido de entrar com garrafa de água, que custa R$ 2 do lado de fora, e R$ 5 dentro da arena. E não se vê um funcionário sequer para orientar o torcedor. Da próxima vez assisto do sofá mesmo.
; Jorge Dantas Dias,
Brasília

; Fui ao Fla-Flu, no domingo, no Mané Garrincha. Confesso que não há lugares mais desorganizados do que a entrada e a saída do estádio. É difícil ver algum sentido em ter um estádio bilionário com inúmeras entradas e saídas nas arquibancadas e colocarem uma cerca ao redor, afunilando o fluxo humano a apenas três entradas apertadíssimas. Cria-se um pandemônio, obrigando as pessoas a se esmagarem entre si. Até o modesto Estádio do Bessa, do simplório clube português Boavista, em Porto, é mais organizado! ;É por segurança;, podem dizer. Certo. Mas, empiricamente, garanto que o método escolhido é péssimo.
; Ricardo Santoro,
Lago Sul

Solidariedade
Há anos sou leitora da coluna 360Graus. Porém, uma das matérias que mais me chamou a atenção, enalteceu meu coração e encheu meus olhos com lágrimas saiu esta semana... Crianças, menos abastadas, que moram em meio ao barro e à fome, cujas oportunidades não lhes batem à porta, receberam a visita de dois grupos de mulheres, que são mais que personagens da alta sociedade, são humanas e prezam pelo bem maior. O Mulheres de Brasília e as Amigas do Bem, juntas, arrecadaram cerca de 200 mochilas recheadas de materiais escolares e levaram para os pequenos do Jardim Ingá. Que matéria linda. Transbordando sensibilidade. Percebi em algumas fotos, que elas comiam cachorros-quentes e os olhinhos brilhavam. Para muitas, aquela foi a única refeição daquele dia. É disso que precisamos! Solidariedade. Irmandade. Somos todos iguais e precisamos nos unir pelo equilíbrio social.
; Cristiane da Motta Cavalli,
Setor de Clubes Sul

Saúde pública
O livro Paciência, paciente, da advogada Aline Albuquerque, aborda os direitos dos pacientes da rede de saúde, que não devem ser tratados como meros consumidores (19/2), e em muito contribui para entendermos o caos que os usuários do SUS enfrentam no dia a dia. Na reforma sanitária ocorrida em 1988, foi implantado o Sistema Único de Saúde, assegurado pela Constituição que visava mudar o contexto histórico que favorecia ao setor de saúde privado. Mas até hoje a população não soube o que é, não recebeu nem recebe atendimento adequado à ideia de um sistema de saúde universal.
; Adonias Filho,
Planaltina

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