Refúgios além do Rio

Refúgios além do Rio

As capitais têm muito a exibir - cultura, gastronomia e belas praias - durante os Jogos Olímpicos. Aproveite o evento para conhecê-las a fundo

postado em 02/03/2016 00:00
 (foto: Rio 2016/Divulgação)
(foto: Rio 2016/Divulgação)

Símbolo das Olimpíadas, a Chama Olímpica representa a paz, a união e a amizade entre os povos. Conduzida por tochas, ela sai da cidade de Olímpia, na Grécia, 100 dias antes da cerimônia de abertura. Em seguida, viaja para o Brasil e começa a trilhar seu caminho: sai de Brasília e passa por 300 cidades até chegar ao Rio de Janeiro, destino final. O trajeto abrange todas as capitais do país e é uma boa oportunidade para explorá-lo de ponta a ponta.

O Turismo preparou um roteiro que passa pelo Rio de Janeiro, cidade sede, e outras capitais brasileiras. Algumas são conhecidas por brasileiros e estrangeiros. Outras, como Macapá e Porto Velho, terão a oportunidade de revelar seus encantos. Culinária típica, arquitetura única, mistura de sotaques e paisagens estonteantes são alguns dos motivos para inserir os oito destinos em seu roteiro de viagens.

Siga o fogo
A cada quatro anos, a tocha assume formas e cores particulares. Em 2016, o solo, o mar, as montanhas, o céu e o Sol serão representados no símbolo olímpico, que homenageia a capital carioca. O ponto mais alto da tocha faz alusão ao Sol. O amarelo remete ao ouro, conquista máxima das competições.

Logo abaixo, curvas esverdeadas lembram o relevo montanhoso do Rio de Janeiro. O terceiro elemento homenageado é o mar. Presença certa em paisagens brasileiras, a imensidão azul é representada por ondulações de mesma coloração. Na base da tocha, curvas escurecidas remetem a um pedaço bem famoso do Brasil: o icônico calçadão de Copacabana.


Curitiba (PR)
A qualidade de vida da capital se reflete em serviços de qualidade para os turistas. A agenda cultural é intensa e os meios de transporte são eficientes e modernos. Construções inusitadas como o Teatro Ópera de Arame, o Museu Oscar Niemeyer e o Jardim Botânico são cartões-postais que merecem uma visita. Aos domingos, prepare a cesta de piquenique e siga para o Parque do Tingui. Veja de perto a influência dos colonizadores italianos nas cantinas do bairro de Santa Felicidade. Os poloneses imprimem seus traços nas docerias. A Ucrânia marca presença em feiras de artesanato, com ovos pintados à mão. Confira tudo isso na Rua XV de Novembro (ou Rua das Flores), ponto de encontro de sotaques e culturas.

Campo Grande (MS)
A capital sul-mato-grossense é ponto de partida para um dos mais belos trajetos do país. Cerrado, rebanhos e araras-azuis são vistos do Trem do Pantanal, que ficou 18 anos parado, mas agora leva turistas à cidade de Miranda (MS). Há muito o que explorar. Comece pela gastronomia influenciada pelo vizinho Paraguai e pelos imigrantes japoneses. Experimente o tereré, espécie de mate gelado. Outras iguarias (inclusive regionais) são servidas no Mercado Municipal, aberto aos domingos. Um jeito prático de conhecer toda a parte urbana da cidade é contratar o city tour que passa por 40 pontos turísticos. Para se despedir da cidade, assistir ao pôr do sol no Parque das Nações Indígenas cai bem.



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