Sr. Redator

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postado em 14/03/2016 00:00

  • Casas fechadas

    Tem muita gente aqui no Lago Norte que está brincando com coisa séria. Algumas casas abandonadas pelo dono simplesmente não são monitoradas pela Agefis e o mato toma conta do lugar, fazendo proliferar mosquito e cheiro de bicho morto. O pior é que muitas dessas casas estão cercadas por muros altos e os vizinhos só podem fazer uma coisa: reclamar.
    ; Margarida Silveira, Lago Norte


  • Saúde

    Nos últimos dias, o noticiário realçou o desleixo das autoridades com a saúde pública. No Rio de Janeiro, toneladas de medicamentos permaneceram nos estoques até que o prazo de vencimento fosse superado. Em Brasília, equipamentos caríssimos destinados ao diagnóstico e indicação do tratamento adequado contra o câncer espera providências para ser instalado. O aparelho não é novo. Faltou previsão de espaço adequado à instalação e o ritmo das obras obedece ao compasso de um cágado. Enquanto isso, centenas de pessoas padecem, diariamente, nas filas, à espera de vagas para consulta ou exame. O que se observa, em todos os casos, é o profundo desprezo do poder público com a saúde das pessoas. Os gestores sentem-se, suponho, imunes a qualquer moléstia, e devem imaginar que quem chega à rede pública são seres inferiores, portanto, não merecedores de respeito e apreço. A morte é inexorável e não faz distinção de classe.
    ; Margareth Miranda, Noroeste


  • Recanto das Emas

    Até quando nós, moradores do Recanto das Emas, vamos continuar esquecidos pelo GDF? Enquanto a violência cresce na nossa região, as regiões mais próximas ao ;Plano Maravilha; recebem toda a atenção com policiais, viaturas e gente da Civil para garantir a segurança dos cidadãos. Uma beleza. Vi comentários de que a PM destacará mais gente para trabalhar no Plano Piloto, no Sudoeste e no Lago Sul. No Recanto, tem uma biblioteca chinfrim, e não há opções de lazer para os jovens. É só misturar tudo chegamos ao ;Recanto das Lesmas;
    ; Alfredo Silveira de Morais, Recanto das Emas


  • Lago Sul

    Todo mundo ficou feliz com a ação que a Agefis fez na Orla do Lago Paranoá. E no interior da península do Lago Sul? Lá os problemas se multiplicam, principalmente na borda noroeste, que convive com áreas de preservação ambiental, e matas importantes. O Ministério público continua recebendo quantidade imensa de questionamento de pessoas denunciando irregularidades em áreas vizinhas às propriedades que ficam mais escondidas. Os órgãos ambientais não divulgam as ações e as preocupações continuam. As denúncias não mereceram nem vistoria dos promotores. Até agora, que se sabe, só um loteamento foi embargado.
    ; Ana Paula Guimarães, Lago Sul


  • Riacho Fundo

    Quem sai de casa e vai a pé ao comércio no Riacho Fundo corre o risco de ser assaltado. Se for de carro, não encontrará vaga nos estacionamentos. A opção é para em fila dupla e ser multado pelo Detran. A população não sabe mais o que fazer. Uma ocorrência engraçada e dramática foi registrada por causa disso. Um jovem estacionou em fila dupla. Dois delinquentes se aproximaram. Ele saiu do carro e correu, com os bandidos atrás. Uma viatura viu o jovem em fuga e o prendeu na hora. Ou seja, a vítima foi confundida com os bandidos, que seguiram lépidos e fagueiros no mundo do crime.
    ; João Henrique Gomes, Riacho Fundo

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