curtas

curtas

postado em 20/05/2016 00:00
 (foto: Sia Kambou/AFP - 29/2/16)
(foto: Sia Kambou/AFP - 29/2/16)

; BOKO HARAM
SEGUNDA JOVEM É RESGATADA

Uma segunda jovem sequestrada, em abril de 2014, pelo Boko Haram foi encontrada ontem pelo Exército da Nigéria. O nome dela não foi divulgado, nem as circunstâncias em que foi recuperada. Militares do país africano fazem uma operação à procura das reféns em florestas do estado de Borno, onde fica Chibok, cidade em que as estudantes foram tiradas da escola pelos radicais. A expectativa do governo é recuperar todas nas próximas semanas. A primeira das 219 desaparecidas, Amina Ali, 19 anos, foi encontrada na terça-feira, no bosque de Sambisa, que fica no mesmo estado. Ontem, ela e a mãe, Binta Ali, reuniram-se com o presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, que garantiu estar fazendo ;todo o possível para resgatar o restante das meninas de Chibok;. Segundo o movimento BringBackOurGirls (Tragam nossas garotas de volta, em tradução livre), Amina disse que as demais jovens estão presas no mesmo bosque, onde há vários acampamentos do islamitas. Seis teriam morrido.


; TURQUIA
NOVO PREMIÊ FORTALECE ERDOGAN

O ministro turco dos Transportes, Binali Yildirim, fiel aliado do presidente Recep Tayyip Erdogan, foi designado ontem para suceder o primeiro-ministro Ahmet Davutoglu à frente do partido no poder e do governo. A escolha, assinalam os analistas, fortalece o chefe de Estado. A decisão foi anunciada pelo porta-voz do Partido da Justiça e do Desenvolvimento (AKP, islâmico-conservador), Omer Celik, após uma reunião do comitê executivo do partido. Yildirim, 60 anos, será formalmente designado líder do AKP no domingo, em um congresso extraordinário. No dia seguinte, Davutoglu apresentará formalmente sua renúncia ao presidente, que confiará a Yildirim a formação de um novo governo. Eles trabalham juntos desde 1994, quando Erdogan foi eleito prefeito de Istambul.

; ISRAEL
JORNALISTA PALESTINO LIBERTADO

Autoridades israelenses libertaram ontem o jornalista palestino Mohamed al Qiq, que fez greve de fome durante mais de três meses. Segundo a agência France-Presse, Qiq se encontrou com sua família em sua cidade natal, Dura, perto de Hebron, no sul da ocupada Cisjordânia, após deixar a prisão do sul de Israel onde se encontrava. ;Essa vitória é prova de que a ocupação é frágil (...) e se deve às numerosas vitórias que o povo palestino conquistará com maior resiliência;, assegurou a diversos jornalistas. Após chegar a um acordo com o governo israelense, o jornalista aceitou se alimentar em fevereiro, após 94 dias de greve de fome. Ele iniciou o protesto para denunciar as circunstâncias de sua prisão, sem um processo prévio, assim como ;a tortura e os maus-tratos sofridos durante o interrogatório;, de acordo com a organização de defesa dos prisioneiros palestinos Addameer.

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