Seca castiga os carros

Seca castiga os carros

Em tempos de estiagem, é preciso tomar cuidado com partes importantes do automóvel, como a lataria, os limpadores de parabrisa e o filtro de ar. O Veículos traz algumas dicas de como protegê-los para evitar prejuízos

postado em 16/06/2016 00:00

A seca castiga a saúde dos brasilienses e também afeta o casco e o bom funcionamento dos veículos. O sol forte em determinadas horas do dia pode trazer prejuízos como painéis trincados, ressecamento das palhetas do parabrisa e até faróis queimados. Deixar o carro exposto a uma temperatura de 40;C produz quase o dobro (70;C) do calor no seu interior. Um verdadeiro forno.

Além do sol, a poeira é uma grande vilã para os automóveis. Pode deteriorar a pintura do seu automóvel. Aquele que fica constantemente empoeirado está mais sujeito a arranhões, com aparência ruim. Portanto, nesses casos, o ideal é lavar o carro periodicamente, evitando que a sujeira se acumule. ;O contato constante com o sol e o clima seco castigam bastante a coloração do veículo. Geralmente, o capô, o teto e o porta-malas são as três áreas mais afetadas, por receberem os raios solares de forma direta;, diz o mecânico Rafael Furlan, 38 anos.

Os efeitos da seca doem no bolso. Para consertar o parabrisa quebrado, por exemplo, o dono tem que desembolsar R$ 800. Quem tiver que instalar um painel completamente novo vai gastar pelo menos R$ 3 mil. ;É um levantamento básico, para carros populares. Os painéis, dependendo do modelo, podem chegar a custar R$ 40 mil. E apenas uma mão de tinta para renovar a cor fica em torno de R$ 1, 5 mil. Para pintar o carro todo, não sai por menos de R$ 8 mil. É tudo realmente muito caro;, alerta Rafael.

O mecânico ressalta que a única borracha com a qual os motoristas precisam se preocupar nesta época de estiagem é a do limpador de para-brisas. ;Elas acabam ressecando por falta de uso. Por mais alta que esteja, a temperatura ambiente é irrisória para grande parte das ligas do carro, desenhadas para suportar um calor de aproximadamente 200;C. A cisma de que elas vão arrebentar com o calor é mais um mito mesmo.; (Com informações de Álef Calado)



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