PF luta por correção

PF luta por correção

postado em 17/06/2016 00:00

Os acordos salariais assinados no apagar das luzes do governo da presidente afastada, Dilma Rousseff, tiveram efeito dominó, com outras categorias pedindo equiparação. Representantes dos policiais federais vão se reunir na próxima terça-feira com o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para cobrar o andamento do acordo sobre o reajuste da categoria assinado em 11 de maio.

Luís Boudens, presidente da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), disse que o clima é de muita insatisfação dentro da PF. O acordo prevê aumento de 21,3% entre 2017 e 2019. Para Boudens, é importante que o governo destrave esse assunto e encaminhe o mais rapidamente possível o projeto de lei do reajuste ao Congresso Nacional.

;A impressão que temos é de que há um constrangimento dentro do governo e do Congresso diante da reação negativa na sociedade em relação aos projetos de correção dos salários de servidores aprovados pela Câmara (que vão custar R$ 100 bilhões até 2019). Mas é preciso levar o processo adiante;, afirmou. Por enquanto, não há perspectiva de paralisação.

A Polícia Civil do Distrito Federal, que é paga pelo Fundo Constitucional do DF, composto por repasses da União, está exigindo o mesmo índice de reajuste acertado com a PF, de 21,3%. A bancada de parlamentares do DF no Congresso enviou uma carta ao presidente interino, Michel Temer, reforçando o pleito dos policiais civis e requisitando a equiparação do aumento das forças armadas para a Polícia Militar e os bombeiros do DF.

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