Em três versões

Em três versões

postado em 24/06/2016 00:00
 (foto: 
Andre Violatti/Esp. CB/D.A Press)
(foto: Andre Violatti/Esp. CB/D.A Press)


O we café é uma casa que promete unir gastronomia de qualidade, receitas para quem tem restrições alimentares e a agilidade necessária no dia a dia. ;Quando comecei, aqui no Gilberto Salomão, percebi que era necessário um atendimento rápido e com comidas de qualidade;, explica a proprietária, Adriana Wood.

Entre os preparos que Adriana trabalha na casa, está a canjica feita de três maneiras: com coco, com amendoim e sem lactose. ;Sempre temos a preocupação de dar opções para quem tem restrições alimentares;, afirma a proprietária. Segundo ela, as receitas são feitas da forma mais comum ; o diferencial vem antes de a canjica ir para a panela. ;Coloco os grãos de molho com canela; isso deixa um gosto diferenciado, além de deixar o milho mais macio;, explica.

A casa trabalha também com bufê (R4 49,90 ; quilo), onde os comensais encontram preparos diversos, primando pela variedade. ;Temos sempre três tipos de arroz, por exemplo; um deles é sempre integral. Outro cuidado que temos é com o sal, colocado com muita moderação nas receitas;, explica a proprietária.

Novo horário
A partir de julho, o estabelecimento terá um novo horário de funcionamento, ficando aberto até a 0h. Para se adaptar ao horário, a casa incluirá cafés, lanches, sucos detox e jantar à la carte.

Aconchego mineiro
inaugurado em abril deste ano, o charmoso café da mineira Tereza Côrtes, o Uai Bezinha, faz jus à tradição mineira de acolhimento, que vai desde os elementos decorativos ; o mobiliário foi fabricado em cidades como Tiradentes, Ouro Preto e São João Del Rey ; ao menu dedicado a pratos da cozinha regional.

;Tenho um grande amor pela cultura mineira e há 5 anos já tinha a intenção de abrir um café que fosse muito além de servir e mostrasse o lado hospitaleiro dos mineiros;, ressalta Tereza, que nasceu em Vazante, noroeste de Minas, e utiliza o livro de receitas da família como referência para mais de 20 receitas.

O milho é ingrediente recorrente nos pratos do café e integra pratos como o curau finalizado com canela (R$ 6), os bolos enxerido ; à base de fubá de canjica, queijo minas frescal, banana e canela ; e o de fubá de milho com queijo e erva-doce (R$ 6 ; a fatia de cada um deles).

Entre os quitutes da casa, estão 18 opções à escolha do cliente que podem compor uma cesta a preço fixo (R$ 15,50 ; 10 unidades). O milho se faz presente nas preparações salgadas como variações da broa, que pode ser temperada com salsinha, cebolinha e orégano, ou acrescida de cebola e presunto. ;Esse ingrediente é um dos fundamentais para a cozinha mineira e, com certeza, é uma grande marca para as comemorações de são-joão;, completa Tereza.

Pamonha pioneira
primeira pamonharia a se instalar em Vicente Pires, a Pamonharia da Roça oferece derivados do milho que agradam a comensais em busca de sabores regionais. A cearense Isalmir Pereira comanda a casa que serve sete tipos de pamonha ; destaque para a receita que leva lombinho desfiado, queijo minas, pimenta-malagueta e cheiro verde (R$ 7,50) e a doce Romeu e Julieta (R$ 7,90), preparada com queijo minas, goiabada e creme de leite.

;Apesar de eu ser nordestina, nossa pamonha é feita aos moldes mineiros e goianos: com o suco do milho. No Nordeste, a pamonha também leva o bagaço do grão;, explica Isalmir.

Diariamente, o restaurante utiliza 2 mil espigas de milho, que se transformam em pratos que vão além da pamonha. São mais de 20 opções que incluem bolinhos de milho com recheio de queijo muçarela (R$ 16,90) e pudim (R$ 6,90 ; a fatia). ;Para não ficar enjoativo, decidimos servir uma maior variedade de derivados de milho. Colocamos em prática alguns segredos com pamonheiros de Goiás;, revela.

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