Na estante

Na estante

postado em 24/06/2016 00:00
 (foto: 
Reprodução/Internet
)
(foto: Reprodução/Internet )




Lambendo a colher
De Rolando Boldrin.
Selo Sesc 10 faixas. R$ 20.
Há 10 anos sem lançar disco, Rolando Boldrin mostra que se mantém em forma. Com quase 60 anos de carreira, o violeiro, cantador e contador de história registrou neste álbum momentos que marcaram épocas de sua vida. Do baú de memórias resgata canções, sambas e modas de viola, revisitadas com a característica interpretação. De Noel Rosa ele trouxe a inédita O tal da barata. Já Vila Isabel do espaço, é uma letra psicografada de Noel, musicada por Hervê Cordovil. Outra que ganhou a primeira gravação é De Maracangalha, chega, de Dunga. Boldrin recria Isso eu não faço (Tom Jobim), Canção primeira (Geraldo Vandré), Quem me compreende (Ary Barroso e Bernardino Vivas) e a hilária Romance de uma caveira (Chiquinho Sales, Alvarenga e Ranchinho). Entre as de autoria própria estão Maria Isabel, Mariana e o trem de ferro e A moda do invejoso. (Irlam Rocha Lima)


DE VOLTA A BLACKBRICK
DE SARAH MOORE FITZGERALD.
TRADUÇÃO DE GLENDA D;OLIVEIRA.
GRUPO EDITORIAL RECORD/GALERA,
240 PÁGINAS. PREÇO: R$ 32,90.
No livro, a autora Sarah Moore Fitzgerald, especialista em pedagogia e psicologia, trata de Alzheimer de forma leve. A doença é retratada no personagem do avô de Cosmo, que começa a apresentar os sinais do mal. Porém, em um momento de lucidez, Kevin entrega ao neto uma chave capaz de abrir portões da Abadia de Brackbrick, que dá acesso a um portal em que Cosmo poderá ver o passado do avô e, quem sabe, ter uma oportunidade de mudar coisas de seu passado que nessa realidade são o futuro ; como a morte do irmão, a perda de memória de Kevin e até a mudança da mãe para Austrália. (Adriana Izel)


Las insoladas
(Idem, Argentina, 2014). De Gustavo Taretto. Com Marina Bellati, Elisa Carricajo, Luisana Lopilato, Carla Peterson e Violeta Urtizberea. Imovison, comédia, 102min. Não recomendado para menores de 16 anos.
Examinando vidas corriqueiras de seis mulheres reunidas em banho de sol num terraço, entre outras coisas, pelo enorme poder de expansão e de comunicação, o mesmo diretor de Medianeras apela para sua capacidade voyeurística. Em suma, passa uma grande lupa sobre personagens do cotidiano de meados dos anos 1990, sem densas preocupações dramatúrgicas. Desejando estar em Cuba, de férias, cada uma delas afia a língua, em considerações e problemáticas do dia a dia. (Ricardo Daehn)


Tags

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação