Grita do consumidor

Grita do consumidor

postado em 31/10/2016 00:00


; Extra.com
À espera de ressarcimento


; Ingrid Caroline Deusdara
Asa Sul

A leitora Ingrid Caroline Deusdara, 35 anos, reclama dos serviços prestados pelo site Extra.com. Ela conta que, desde 16 de julho, aguarda o estorno da compra da máquina de costura mecânica Singer Start 1306 branca, 220V, no valor de R$ 499. A compra foi feita com o cartão de crédito Extra, por meio do site. O valor pago pelo produto teve adicionais de frete, e Ingrid pagou, no total, R$ 519,21. Ela conta que fez a devolução do produto comprado antes dos sete dias impostos pela empresa e pelo código de defesa do consumidor. Desde então, aguarda o ressarcimento. A consumidora afirma ter feito vários protocolos de atendimento e, em um último contato com a empresa, foi orientada a aguardar até setembro para que o valor da compra fosse estornado. O protocolo em questão foi o de n; 161019-006262. A leitora cobra providências e um posicionamento em relação ao problema, que, segundo ela, tem se prolongado sem necessidade.

Resposta da empresa
O Correio tentou contato com o Extra, que não se manifestou até o fechamento desta edição.

Comentário da consumidora
;Até agora, não entraram em contato comigo nem mandaram nenhum e-mail. Fiz a compra e devolvi dentro dos sete dias, conforme é solicitado, mas, até agora, não tive nenhum tipo de ressarcimento. Essa falta de atenção é um desrespeito ao consumidor.;

; Mapfre Seguros
Pagou, mas não levou


; Márcio Santos
Gama

O leitor Márcio Santos enfrentou problemas com a empresa de seguros Mapfre. Segundo ele, há um ano, comprou uma bicicleta para o filho nas Lojas Americanas e, no momento da compra, foi oferecido a ele um seguro da empresa em questão. ;Agora, o produto precisa de reparos, pois, com o uso, ficaram algumas avarias. Coisa fácil de ser consertada por um profissional do ramo. Assim, entrei em contato com a seguradora, que solicitou que eu levasse a bicicleta para uma avaliação. Seria, então, necessário trocar os punhos, fazer manutenção na corrente e reparos nos freios e no para-lamas. O problema é que a empresa me negou essa manutenção, alegando mau uso;, afirma. Segundo o consumidor, quando a loja ofereceu o seguro, garantiu que pequenos reparos poderiam ser feitos e, para ele, não ocorreu mau uso, mas uso comum de uma criança que anda de bicicleta e pode sofrer pequenos acidentes.

Resposta da empresa
A Mapfre Seguros esclarece ao leitor Márcio Santos da Silva que, após a avaliação técnica na bicicleta, foi evidenciada a utilização do equipamento em desconformidade com as recomendações do manual do fabricante, razão pela qual a companhia fica impedida de atender à solicitação. A empresa ressalta, ainda que, conforme descrito no item 4.1. Exclusões Gerais das Condições Gerais da apólice, o seguro contratado não oferece cobertura para casos de rompimento, quebra ou deformação de quadro, garfo, aros, raios e outras peças por utilização para bater, saltar, empinar e exceder na utilização do produto o peso suportado recomendado.

Comentário do consumidor
;Há problemas no punho e no freio, questões de uso de uma criança, como poderia acontecer com qualquer outra. São problemas de manutenção. Na hora de me venderem o seguro, falaram que não teria problema nenhum, e, agora, a conversa mudou.;

; VIVO
Cliente
insatisfeita


; Maria Luiza Machado
Asa Sul

A leitora Maria Luiza Dalledone Machado enfrenta dificuldades com a operadora de telefonia Vivo. Ela conta que, em agosto, adquiriu o pacote Voz Vivo Mundo 50, no valor de R$ 96,67. Ele daria à consumidora o direito de fazer e receber ligações telefônicas no exterior, até o total de 50 minutos de utilização. Ao voltar ao Brasil, Maria percebeu que a empresa cobraria esse valor em uma próxima fatura. ;Liguei para a Vivo e tive a surpresa de saber que ;como eu não havia cancelado o pedido;, o valor seria debitado automaticamente todo mês, até que eu fizesse o cancelamento. Essa prática é completamente abusiva, pois comprei um pacote com duração especificada, e ninguém me disse, previamente, que ele teria de ser cancelado após o meu regresso, o que também não faz o menor sentido. O procedimento sugere absoluta má-fé por parte da empresa, uma vez que o serviço de roaming internacional se destina a quem viaja e o utiliza enquanto está fora do país. Entrei em contato com a Vivo, que apenas confirmou que eu teria que cancelar o pedido no serviço de roaming internacional;, reclama.


Resposta da empresa
A Vivo esclarece que todas as informações sobre seus serviços constam no site da empresa www.vivo.com.br. No caso do roaming internacional, além dos dados, tarifas e orientações de como usar o serviço, os clientes podem consultar o item ;Perguntas e respostas;. Um dos questionamentos é de como cancelar o plano roaming internacional, no qual consta a orientação de como proceder: ;Para o cancelamento do serviço, entre em contato com a Vivo por meio do *8486;. A empresa apurou o caso pontual de Maria Luiza Dalledone Machado e fez o cancelamento do plano, bem como, por deliberação, o ressarcimento do valor cobrado. A Vivo entrou em contato com a cliente para prestar os esclarecimentos sobre o questionamento. A operadora informa, ainda, que tem investido na ampliação de seus sistemas de atenção ao cliente em busca de melhorias no atendimento e na resolução dos problemas apontados por seus usuários. A Vivo mantém à disposição de seus clientes os seguintes canais de atendimento: www.vivo.com.br/meuvivo, atendimento virtual com a assistente Vivi; o aplicativo Meu Vivo ; download para celular; além do *8486 (ligações por celular); 1058 (ligações do fixo para informações da linha móvel ou do fixa); e 10315 para clientes da telefonia fixa São Paulo e para clientes oriundos da GVT. A ligação é gratuita. Esse serviço funciona 24 horas nos sete dias da semana.

Comentário da consumidora
;A empresa entrou em contato comigo e me informou que pediria o bloqueio da cobrança e o ressarcimento do dinheiro. Essa primeira etapa foi resolvida. Mesmo assim, o meu problema não foi
só no valor cobrado. A prática foi abusiva e ainda não consegui entender.;

; Hospital Santa Helena
Falha em
atendimento


; Elizabeth Cristina Reis de Oliveira
Asa Norte

A leitora Elizabeth Cristina Reis de Oliveira relata descaso no atendimento do Hospital Santa Helena, no fim da Asa Norte. Ela esteve no local para um atendimento de emergência em 23 de outubro, às 16h. A leitora conta que a unidade de saúde particular estava vazia e logo foi atendida na recepção e no consultório médico, onde solicitaram exames de sangue e tomografia. ;Fiz tudo rapidame

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