>> Sr. Redator

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postado em 21/02/2017 00:00
Bolsonaro

No que concerne ao artigo ;Precisamos falar sobre Bolsonaro; (20/2, pág. 2), é oportuno asseverar que o texto contém uma virtude: a proposição de debate sobre o Bolsonaro; e um vício: a cogitação de que os oponentes do Bolsonaro são sábios e os demais são idiotas. Nesse sentido, é razoável asseverar que constitui engano fatal alguém pensar que está sempre certo e que os oponentes, inequivocamente errados. Ademais, repetir erro já cometido não é prova de lucidez ; afinal, isso já ocorreu na eleição do presidente Trump nos Estados Unidos. Por último e fundamentalmente importante, é fácil inferir que, no deserto de ética e honestidade da política brasileira, basta a um político ter coragem, não se deixar corromper e falar a verdade para ganhar a eleição presidencial de 2018. É essa a práxis do Bolsonaro?
; Aléssio Ribeiro Souto
Condomínio Privê


Educação

Sobre o editorial ;Mudança no ensino médio; (18/2, pág. 10), convém salientar que a escola, para impulsionar a formação plena, precisa se transformar em um espaço cooperativo no qual se intercalem a formação intelectual (consciência crítica), científica e artística de protagonistas sociais comprometidos eticamente com os desafios de construir outros mundos possíveis, fundados na partilha dos bens da Terra e dos frutos do trabalho humano. Caso contrário, a reforma do ensino médio terá efeito vazio e reforçará um velho hábito da política brasileira, já ressaltado pelo personagem machadiano, Conselheiro Aires, em Esaú e Jacó (1904): ;também se muda de roupa sem trocar de pele;.
; Marcos Fabrício Lopes da Silva
Asa Norte


Resposta

A Bancada do PT na CLDF vem manifestar-se sobre o artigo ;E a Câmara Legislativa do DF?; (20/2, pág. 9). Afirma o articulista que ;[...] até o PT, que não se envergonha de mais nada, não se envergonhou de apoiar o candidato do governador Rodrigo Rollemberg;. O PT nunca perdeu a capacidade de indignar-se com qualquer dano causado à democracia, pela qual tanto lutou e luta. Assim, nos envergonha o golpe articulado e executado pelos mais variados partidos contra Dilma Rousseff, sem que se provasse a prática de um só crime de responsabilidade de que foi acusada. Com o tempo, evidenciou-se que tudo serviu apenas para, de forma ilegítima, colocar em seu lugar um presidente e um bom número de ministros e apadrinhados, dos mais variados partidos, envolvidos em escândalos de corrupção que não parecem indignar boa parcela do MP e do Judiciário, setores da mídia e colaboradores. O PT não se deixou contaminar pela prática de condenação prévia, seletiva e generalizada de adversários. Política pública se faz para todos. É necessário dialogar e compor. A bancada do PT tem posições divergentes não só relativas às políticas do governador mas também de parlamentares da Casa. Mas todas se restringem ao campo político, nunca ao pessoal. Após um golpe, tal compreensão pode escapar a qualquer um, mas nunca aos que têm um misto de oportunidade, direito e dever de, reportando fatos, informar o público adequadamente.
Bancada do PT DF: Ricardo Vale (líder), Chico Vigilante, Wasny de Roure

CEB

Com 26 anos de uso de um Plano Assistencial à saúde patrocinado pela CEB, os ex-empregados da empresa, hoje cerca de 2.400 aposentados, pensionistas e cônjuges estão prestes a perder o Plano de Saúde, pois a Companhia Energética de Brasília (CEB diz não suportar as despesas decorrentes. A situação do grupo de aposentados e pensionistas, muitos deles pioneiros de Brasília e da CEB, é dramática, pois a maioria possui doenças crônicas, muitas delas adquiridas no dia a dia laboral. Agora procuram negociar a manutenção de um novo Plano de Saúde, mesmo assumindo os custos financeiros, mas a empresa resiste em não viabilizar o aporte inicial imprescindível para sua implantação e eles buscam com união, sensibilizar os atuais administradores da CEB e o governo do DF.
; Carlos Luiz Secundo,
Presidente da Associação de Aposentados e Pensionistas da CEB (Asapec)

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