Grita geral

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postado em 08/04/2017 00:00
TAGUATINGA SUL
incômodo com meio-fio

O leitor Renato Magalhães, 55 anos, reclamou ao Grita Geral da negligência da Administração Regional de Taguatinga em relação às novas casas construídas ou reformadas em Taguatinga Sul. ;Eles constróem uma muretinha de 10, 12 centímetros que vai até o meio-fio e separa o lote dos demais vizinhos;, conta. ;Isso é uma agressão ao outro. Cadeirante, gestante e idosos sentem dificuldade de se locomover por ali. Tenho, inclusive, um amigo cadeirante que se queixa;, emendou. Ele acredita que a calçada pública está sendo privatizada e que a situação, além de desagradável, amplia a segregação entre os moradores. ;Quem faz está errado, mas quem deixa está mais errado ainda;, criticou.

; A Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis) informou que enviará equipe de fiscalização ao local para verificar a denúncia de invasão de área pública nas calçadas da QSE 7. ;Caso seja comprovado o fato, a Agefis tomará as medidas cabíveis;, afirmou, em nota.




SAMAMBAIA
FEIRA COM BOXES VAZIOS

Washington Luiz da Silva, 55 anos, procurou o Correio para relatar o desconforto com a situação da Feira da QN 210, em Samambaia. Ele afirma que a feira é composta por quase 200 boxes, mas que apenas 30% deles abrem. ;A maioria das pessoas que comprou os boxes são especuladores. Eles compram o espaço e esperam a valorização;, denuncia. A indignação de Washington, como líder comunitário da região, é ver a feira com toda a infraestrutura para aquecer a economia local não render o que poderia. Segundo ele, a Administração Regional não se posiciona. ;Os feirantes que tentam sobreviver no local já não aguentam mais a falta de fiscalização do GDF para que todos os boxes sejam abertos;, desabafou.

A Secretaria das Cidades informou que iniciou, em março, uma ação de fiscalização para checar a regularidade do funcionamento dos boxes instalados em feiras do DF. ;O objetivo é garantir que os permissionários cumpram a Lei n; 4.748, de 2012, conhecida como Lei das Feiras;, afirmou. A lei estipula que os boxes não podem ficar fechados por sete dias consecutivos ou 15 dias alternados. ;O objetivo da proibição é garantir o fluxo de comerciantes para as feiras;, acrescentou. A ação, de acordo com o órgão, seguirá nos próximos meses e em breve a feira mencionada pelo leitor receberá a visita dos fiscais.



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